*Por Isis Vasques, diretora executiva da Agência Ecco

 

A publicidade, mais do que nunca, está muito presente nas redes sociais. Recentemente o Instagram anunciou que a ferramenta reels vai aceitar anúncios, sendo uma boa oportunidade para as empresas brasileiras, já que encontrar novas maneiras de promover marcas e produtos são sempre bem-vindas, principalmente com os recursos disponibilizados nas redes sociais de forma gratuita.

Segundo pesquisa da Opinion Box, sobre hábitos de Instagram dos brasileiros, o Brasil é o 2º país em número de usuários de Instagram, atrás só dos Estados Unidos. E 82% seguem alguma marca ou empresa. De fato, esse é um bom lugar para atingir mais usuários que vão contribuir para o crescimento da sua marca e com formatos inovadores e criativos.

Comportando vídeos de 3 a 30 segundos diretamente dentro do aplicativo, o reels funciona de uma maneira que naturalmente já o destaca: no aplicativo existe um atalho exclusivo para que o usuário explore os vídeos do reels, permitindo assim que ele chegue a uma base maior de usuários, conquistando pessoas que ainda não conhecem a sua marca.

Com essa nova proposta, existem inúmeras vantagens para as marcas e empresas mergulharem nessa nova ferramenta. Por ser nova na plataforma, os algoritmos do Instagram trabalham para que o reels atinja ainda mais usuários do que os outros formatos (como os posts estáticos), tendo um maior alcance de público.

Sendo um conteúdo curto e criativo, eles acabam gerando automaticamente mais engajamento. As pessoas comentam e compartilham os que acham interessante ou se identificam, tendo grandes chances de se tornar um vídeo viral, que acaba percorrendo grupos e até mesmo aparecendo em outras redes sociais.

Além disso, estamos em uma era em que a conexão sincera e objetiva com o público se torna cada vez mais importante. Por isso, fazer parte das trends do momento com vídeos descontraídos, é essencial para que as marcas falem a linguagem do público e fiquem cada vez mais presentes na memória.

Caso a marca não tenha pessoas para aparecer e gravar os vídeos, podem procurar influenciadores digitais do seu nicho para isso. Eles já têm uma desenvoltura para esse formato e com certeza são uma ótima opção para comunicação com o público final.

Deste modo, se o público for adepto das redes sociais, com certeza ele estará consumindo conteúdos no reels. A novidade é uma grande oportunidade de sair na frente da concorrência. Manter-se atualizado é o segredo para que consiga aproveitá-la a favor da empresa, além de contar com auxílio de uma equipe especializada. Prezar por uma equipe com pessoas mais jovens também é muito vantajoso, já que esse público costuma ser bem atualizado das novidades desse universo tão amplo que é a internet.

 

*Por Carlos Costa, Diretor Executivo da Agência Ecco

 

No início de julho, o head do Instagram, Adam Mosseri, veio a público e anunciou que a rede social não é mais oficialmente uma plataforma apenas de compartilhamento de fotos. Frente ao crescimento do TikTok, as novas mudanças no aplicativo do grupo Facebook vão focar em vídeos, compras, trocas de mensagens e criadores de conteúdo. Mas não é de hoje que o Instagram tenta mudar conforme a concorrência.

Voltemos um pouco no tempo. Quando surgiu, o aplicativo trouxe uma proposta que nenhuma outra plataforma explorava, o engajamento social por meio de publicações de fotos. Nas atualizações seguintes, lançou os vídeos. Em seguida, boomerangs e time-lapses, assim como inclusão de músicas e integração com apps como o Spotify. Tudo isso marcou uma era de liderança em inovação. Com a chegada do Snapchat, Mark Zuckerberg tentou comprá-lo, mas sem sucesso, o que o levou a lançar a funcionalidade de stories. Na sequência, veio a ascensão do TikTok e, também, o nascimento do Reels.

Algumas mudanças anunciadas pelo head são relativas à produção e divulgação de conteúdo em vídeo dentro do aplicativo. Agora, a ferramenta dará prioridade a vídeos que geram entretenimento, e, no feed, poderão aparecer vídeos de pessoas que o usuário ainda não segue. Assim, podemos esperar algumas mudanças na forma de assistir aos vídeos: o Instagram deve preparar uma interface mais amigável para aqueles gravados apenas no celular e para conteúdos em tela cheia. Além disso, a plataforma pretende ajudar os criadores de conteúdo a ganhar dinheiro, já que a aba de vendas está no radar para possíveis investimentos.

Gostando ou não dessa conduta, não dá para ignorar as mudanças indicadas. Mas, com tantas novidades e propostas, fica o desafio para as marcas aproveitarem as novas diretrizes para se manterem relevantes nas redes sociais. Abaixo, algumas dicas podem ajudar a criar uma base de transição.

1) Vídeos: se até hoje a marca ainda não investiu na produção de vídeos, ela está atrasada. A construção de um planejamento de conteúdo deve privilegiar os vídeos.

2) Estética simples: não é um problema que as produções sejam mais “caseiras”, isso torna tudo mais crível e honesto para o usuário. Mas, atenção: caseiro não é sinônimo de descuido, a marca deve focar em muito estudo e treino para alcançar a produção de bons resultados.

3) Respeitar cada plataforma: as redes sociais possuem características e necessidades diferentes que trarão audiência, seja o formato da foto, o tempo do vídeo, edição, entre outros. Um vídeo pensado para Instagram pode não performar bem no TikTok (e vice-versa), assim como não adianta pensar que basta criar um vídeo em uma ferramenta, salvar e replicar em todas as redes. No Instagram, os algoritmos privilegiam a entrega de conteúdo criado com suas ferramentas nativas. Por isso, os conteúdos devem ser produzidos exclusivamente de acordo com cada plataforma.

4) Planejamento: planejar as pautas e editoriais ajuda no trabalho e pode facilitar o acesso do usuário às informações. Uma comunicação clara faz com que o público seja mais fiel. Nesse caso, também é importante a disponibilidade para ações de oportunidade que dialoguem com o público, como abordar um tema que está em alta naquele momento.

5) Conhecer a audiência: é importante saber o que o público gosta de consumir, o que faz com que ele continue acompanhando a marca, e até mesmo o que não está o agradando.

6) Entretenimento é essencial: a tendência exportada pelo TikTok poderá agora determinar o sucesso no Instagram. Vídeos sisudos e com foco mais no produto do que no usuário não terão vez. Claro, se isso não for natural para a personalidade da marca, ela não deve tentar forçar a barra, mas fazer pequenas adaptações — e começar introduzindo novos conteúdos gradualmente.

7) Critérios: para gerar conteúdo de marca que funcione, é preciso verificar se ele é engraçado, útil ou inspirador. Não precisa ter check nos 3 itens, mas se não for nenhuma das opções, será necessário estudar e planejar.

8) Cocriações: às vezes, mais importante que saber fazer, é ter o contato de quem sabe. E não tem problema nenhum nisso. A marca deve pensar de forma estratégica em como gerar conteúdos com criadores que já fazem isso melhor e há mais tempo.

 

Leia também o artigo publicado na Revista AZ Magazine, Administradores.com e Meio & Mensagem.

 

Mais do que nunca, a publicidade está presente nas redes sociais. A novidade da vez é que o Instagram passará a aceitar anúncios na ferramenta Reels, o que torna uma boa oportunidade para as empresas brasileiras promoverem seus produtos e serviços de uma maneira mais descontraída. Pesquisa sobre os hábitos dos brasileiros no Instagram, realizada pela Opinion Box, revela que 82% dos usuários da rede social seguem alguma marca ou empresa.

Segundo Isis Vasques, diretora executiva da Agência Ecco, a novidade é uma grande oportunidade para as companhias saírem na frente da concorrência. “Marcas que possuem um público bastante adepto nas redes sociais precisam ficar de olho, pois certamente eles estão consumindo cada vez mais conteúdos no Reels. De fato, esse é um bom lugar para atingir mais usuários que vão contribuir para o crescimento do seu negócio”, avalia. “Por isso, sempre saliento a importância das empresas estarem antenadas e ter o auxílio de uma equipe especializada. Contar com um time de pessoas mais jovens também é muito vantajoso, já que esse público costuma ser bem atualizado das novidades no universo da internet”, complementa.

Comportando vídeos de 3 a 30 segundos diretamente dentro do aplicativo, o Reels funciona de uma maneira que naturalmente já o destaca. “No aplicativo existe um atalho exclusivo para que o usuário explore esses vídeos, permitindo assim que ele chegue a uma base maior de usuários, além de alcançar pessoas que ainda não conhecem a sua marca”, explica a executiva da Agência Ecco.

Para auxiliar as empresas a explorarem melhor o Reels, Isis Vasques preparou uma lista com dicas e vantagens sobre a sua utilização. Confira:

 

1. Maior alcance

Por ser uma ferramenta nova na plataforma, os algoritmos do Instagram trabalham para que o Reels atinja ainda mais usuários do que os outros formatos, como os posts estáticos.

 

2. Destaca conteúdos relevantes

O Instagram sempre envia para a aba “explorar” conteúdos que o algoritmo entende ser interessante. Portanto, os Reels têm grande potencial de aparecer nessa seção por ser uma ferramenta nova favorecida pelo próprio aplicativo.

 

3. Conexão com o público por meio de trends

Estamos em uma era em que a conexão sincera com o público se tornou cada vez mais importante. É essencial que as marcas falem a linguagem do seu público. Com o Reels, é possível entrar nas trends do momento e criar vídeos de forma mais descontraída.

 

4. Parcerias com influenciadores

O Reels é um queridinho dos influenciadores digitais. Se a marca e/ou empresa não tem uma pessoa para aparecer e gravar os vídeos, é possível procurar influenciadores do seu nicho para realizá-los. Como eles já possuem uma desenvoltura para esse formato, certamente são uma ótima opção para se comunicar com o público final.

 

5. Aumento do engajamento e possibilidade de efeito viral

Por ser um conteúdo curto e criativo, os Reels acabam gerando automaticamente mais engajamento. As pessoas comentam e compartilham os que acham interessante ou se identificam. No caso de um conteúdo contar com alto engajamento, há grandes chances de se tornar um vídeo viral, sendo compartilhado em grupos do WhatsApp e até mesmo aparecendo em outras redes sociais.

 

 

*Por Gláucio Amaral, Diretor Executivo da Agência Ecco

 

O Tik Tok se popularizou entre os usuários nos últimos meses e, para não ficar para trás, o Instagram investiu no Reels, um recurso da rede social que veio para concorrer diretamente com o aplicativo chinês. Mas pensando em estratégia digital para marcas, qual das duas ferramentas é a melhor para investir? 

Teoricamente, os dois possuem a mesma função. Ambos permitem criar micro vídeos criativos usando áudios e efeitos, e têm a finalidade de gerar mais engajamento na era do consumo de informação de forma rápida. O TikTok permite fazer vídeos de até 1 minuto – recentemente o aplicativo tem passado por uma fase de testes e está liberando até 3 minutos para alguns usuários, enquanto o Reels disponibiliza para cada vídeo o tempo máximo de 30 segundos.

Já quando o assunto é alcance de público são nítidas as vantagens do TikTok frente aos outros aplicativos. Por lá, a maioria dos usuários afirma ser impactado com assuntos que se encaixam perfeitamente em suas preferências, comprovando um algoritmo muito mais assertivo. Mas, para isso acontecer, a produção e edição de vídeos devem ser feitas na própria ferramenta – isso vale também para o Reels. Postar vídeos com marca d’água do aplicativo concorrente, faz com que o algoritmo não priorize o conteúdo.

Inclusão de músicas, filtros e até o aumento da velocidade de gravação são ferramentas disponibilizadas aos usuários de ambas as plataformas. Em relação às músicas, para contas comerciais, tanto o Reels quanto o TikTok, possuem uma biblioteca onde podem ser consultadas as canções livres de direitos autorais. Porém, nesse quesito o TikTok apresenta mais possibilidades, pois as contas comerciais podem usar remix de músicas feitas por outros usuários, sempre linkando com o autor do áudio.

As redes sociais também possuem um lugar específico para que o usuário receba todos os conteúdos — conhecido como “for you” no TikTok. Esse formato permite que eles consumam os temas personalizados de acordo com seus gostos, mesmo de contas que ainda não conheciam. Esse ponto é ótimo para as empresas e criadores de conteúdo, uma vez que possibilita a distribuição do post para o maior número de pessoas fora da sua base de seguidores.

E como saber qual rede social a marca deve priorizar? Antes de mais nada, deve-se mapear e entender o perfil de seu público-alvo. Naturalmente o TikTok é uma plataforma que atrai mais jovens, então caso o negócio seja voltado para esse grupo, não deixe de postar por lá. Já as pessoas da geração X estão acostumadas com o Instagram. Nesse caso, vale considerar a produção de conteúdos no Reels para atraí-las. 

No geral, a dica é sempre ousar nas temáticas e usar a criatividade. Esses são itens fundamentais para alcançar bons resultados e aumentar as chances do conteúdo viralizar entre os usuários do Reels e Tik Tok. Manter-se atualizado sobre as mudanças de dinâmicas dos algoritmos e o público-alvo de cada rede social também é o segredo para que as marcas consigam aproveitar todas as oportunidades existentes.

 

Leia o artigo publicado na revista Exame!

 

*Por Vinícius Honório, social media e redator da Agência Ecco

 

Mesmo com o fenômeno TikTok em jogo, que chegou chegando e transformou o jeito das marcas se comunicarem com seus públicos, a rede do passarinho azul continua se reinventando e incluindo novos recursos para oferecer conexões relevantes aos usuários – como os recentes Fleets e Spaces, por exemplo.

O Twitter é, e ouso dizer que sempre foi, o berço de muitas pérolas da internet. Memes, tendências, correntes de interação… Tudo isso num compilado de pouquíssimos caracteres, daquele jeitinho direto, informal e rápido que os novos tempos pedem.

A verdade é que, depois de nascerem no Twitter, esses momentos marcantes são levados para outras redes e impactam todo mundo. Afinal, quem é que não lembra dos tweets antigos do Neymar? E do embate entre os millennials e a geração Z? Pois é.

Indo muito além da diversão, o Twitter também se transformou, ao longo dos últimos anos, numa grande rede de compartilhamento de informações e vivências. Você quer se divertir? Entre no Twitter. Você quer se inspirar? Entre no Twitter. Você quer ficar por dentro dos principais acontecimentos do dia? Entre no Twitter.

Digitando uma simples palavra ou nome na barra de busca da ferramenta, você encontra uma enxurrada de manchetes e opiniões a respeito dos mais variados assuntos. E é nessa imensidão de tweets que, a meu ver, está o caminho para o sucesso das marcas no Twitter.

Abaixo, comento sobre três práticas que julgo essenciais para o seu negócio viralizar nessa rede. Vem comigo?

 

Mantenha-se informado

Estar por dentro do que acontece no Brasil, no mundo e nos diferentes nichos do Twitter é imprescindível para qualquer profissional que busca resultados dentro dessa plataforma. Tudo pode gerar insight para o seu próximo tweet ou ação de marketing.

Ignorar o que ocorre ao seu redor e ao redor do seu público – seja na vida online ou offline – não é de bom tom, especialmente num momento em que as marcas querem estar inseridas no cotidiano das pessoas e, mais do que nunca, que elas se identifiquem com os seus conteúdos.

 

Vá além do SAC 2.0

Personalizar as respostas da sua marca e mostrar-se próximo dos clientes já deixou de ser um diferencial há muito tempo. As pessoas querem ser surpreendidas com conteúdos criativos e que estejam relacionados com os interesses delas, com as pautas que elas gostam e prezam por acompanhar. Por isso, conhecer o seu público é mais do que necessário: é a chave para o sucesso.

Venda o seu peixe, mas também divirta, interaja e crie conexões reais. Esteja por dentro e saiba o contexto das gírias e dos memes para não perder nenhuma oportunidade.

 

Entre na conversa

Quantas vezes você já se deparou com um retweet que, por conta do comentário feito ou da mídia adicionada antes do compartilhamento, bombou mais do que a publicação original?

Usar um comentário, uma menção ou um tweet aleatório a seu favor – sempre de forma inteligente, criativa e relevante para a sua marca – é o jeito mais prático de engajar no Twitter. Tudo depende de você. O importante é não deixar de abraçar ou de criar novas oportunidades.

Um case bem bacana que rolou aqui na Agência Ecco nasceu exatamente assim: em novembro de 2020, utilizamos uma trend do momento para interagir com o público da STABILO, marca alemã de materiais escolares, no Instagram. O sucesso foi tão grande que uma das respostas do post foi parar no Twitter e, em poucas horas, viralizou.

https://twitter.com/KIWISENSITIVE/status/1326866019898585088

“Larrie” é o nome dado à pessoa que acredita que Louis Tomlinson e Harry Styles, ex-integrantes da boy band inglesa One Direction, formam um casal. O shipp é bem comum no Twitter, principalmente entre as fãs da banda.

O resultado de toda essa “brincadeira” foi um retweet com quase 350 mil impressões orgânicas e uma ação com a papelaria Lepok, que disponibilizou em seu site um cupom de desconto exclusivo para as STABILarries.

https://twitter.com/stabilobrasil/status/1326946494243627009?s=20

https://twitter.com/lepokpapelaria/status/1327280178645577732?s=20

Viu só como é importante conhecer diferentes nichos e aproveitar as oportunidades do dia a dia? Intromissão é tudo nessa vida. E não existe lugar melhor do que o Twitter para colocar essa estratégia em prática.

Aqui na Ecco, temos um time de mídias sociais que está sempre por dentro de tudo o que rola nas redes e prontíssimo para te ajudar nessa missão. Vamos conversar?

 

*Por Isis Vasques, diretora executiva da Agência Ecco

É provável que você já tenha visto alguma página de empresa ou influenciador nas redes sociais promovendo sorteios. Geralmente, o post pede que a pessoa curta e/ou siga o perfil e marque algum amigo também. Apesar de parecer uma estratégia prática, ela está fora das normas estabelecidas pelo Ministério da Fazenda.

Concursos e promoções são processos que podem parecer simples aos olhos do consumidor, mas que exigem uma longa e cuidadosa preparação. São procedimentos que começam bem antes do início da ação em si, com um amplo planejamento, formatação da estrutura jurídica e operacional, e se segue por um tempo após o final da ação, com a etapa de prestação de contas.

Muitas empresas realizam essas ações constantemente, tanto em mídias sociais quanto em outros meios, provavelmente por desconhecerem a legislação, e, outras, de forma consciente, para evitarem todo o processo burocrático. Mas, com isso, estão correndo riscos que vão desde multas, proibições e, o pior deles: prejudicar a imagem da marca.

Falando especificamente de sorteios, devem ser emitidos e distribuídos elementos sorteáveis numerados em séries (no máximo cem mil números), definindo os ganhadores com base na combinação desses algarismos ou nos resultados da extração da Loteria Federal.

Ou seja, o uso de aplicativos como Sorteie-me, entre outros, não são válidos perante a legislação.

A empresa que realiza distribuição gratuita de prêmios sem autorização ou que não cumpra o regulamento aprovado fica sujeita à cassação da autorização, e pode ser proibida de realizar esse tipo de distribuição pelo prazo de até dois anos, além de multa de até 100% do valor total dos prêmios.

O participante, por outro lado, não terá problemas legais ao participar dessas ações. Entretanto, o grande ponto está na segurança de seus dados. Ele pode estar colocando informações importantes como CPF, endereço e RG, sem saber quem terá acesso a elas ou o que será feito com seus dados. Outro fator é que não há garantias de que o participante irá receber o prêmio e qual a veracidade da apuração.

Por mais que qualquer pessoa possa fazer o processo, é fortemente recomendado que haja acompanhamento de uma equipe jurídica especializada, assim como de uma agência de publicidade, conhecedoras das regras, já que todo o processo de desenvolvimento da comunicação e ferramentas de participação devem seguir as regulamentações.

No geral, para qualquer promoção, basta verificar se existe um regulamento disponível e se há o número do certificado de autorização da Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria (SEFEL) – ele também deve estar visível aos leitores.

 

A transformação digital muda os hábitos de consumo das pessoas. O uso da tecnologia tem oferecido soluções para melhorar desempenho, ampliar alcance e otimizar resultados. Para isso, é necessário aplicar essa evolução na gestão dos negócios, principalmente nas operações de comunicação e marketing das empresas.

Para auxiliar as marcas a garantir esse sucesso, nosso diretor executivo, Carlos Costa, elenca tendências e soluções de marketing que já provaram ser sucesso em 2021 — até agora.

O artigo foi publicado no Índices Bovespa e no Canaltech.

 

Cada vez mais as marcas estão adotando o marketing de influência em seu plano de comunicação, seja somente um envio espontâneo de press kit ou, de fato, contratando influenciadores e celebridades para espalhar a mensagem sobre seu produto ou serviço.

Digo por experiência própria que este é um trabalho que exige muita pesquisa, estratégia, negociação, briefing, acompanhamento, mensuração de resultados, entre várias outras etapas.

Por isso, trouxe 6 pilares básicos que são infalíveis para ter bons resultados em campanhas com influenciadores:

 

1. Pesquise o nicho e aderência

Entenda o nicho de atuação e a aderência de cada influenciador com a sua marca.

Já pensou, por exemplo, enviar um press kit de hambúrguer congelado bovino para uma pessoa que é vegetariana? Micão, né?

O que nos leva ao próximo tópico.

 

2. Histórico

Este é, sem dúvidas, um dos pontos mais importantes: Pesquise sobre cada influenciador, sua trajetória e possíveis envolvimentos em polêmicas. Se algo não estiver de acordo com os valores da empresa, não siga em frente com essa contratação.

Uma escolha errada pode prejudicar a imagem da sua marca e gerar uma crise.

 

3. Números não são tudo

Já ouvi de alguns clientes: “Só queremos influenciadores com pelo menos 1 milhão de seguidores”. Não adianta ter muitos seguidores, se não tiver engajamento com o público e relevância com a marca ou tema da campanha.

Tenha isso em mente: engajamento e aderência são mais relevantes do que número de seguidores.

 

4. Cocriação

Seguir um roteiro definido ao pé da letra tira a naturalidade, os influenciadores estão se profissionalizando e muitos já falam abertamente com o público sobre o backstage das publicidades, se dedicando para produzir conteúdos mais criativos e eficazes.

Compartilhe com eles os objetivos da ação e dê espaço para que colaborem com o escopo de entregas e com o briefing, afinal, ninguém melhor do que eles pra conhecer seu próprio público.

 

5. Sinalização

Não incentive a publicidade velada, peça que adicionem essa informação nos conteúdos gerados. É de extrema importância se certificar de que você está contratando pessoas que sinalizam patrocínios.

 

6. Tenha tudo em contrato

Por fim, mas não menos importante, deixe tudo o que foi acordado em contrato. Isso traz segurança tanto para a empresa, quanto para o influenciador.

 

Reinvente

Diariamente, as pessoas são impactadas por publicidade em diversos meios. Como a sua campanha pode se diferenciar das demais?

 

Veja alguns dos nossos cases.

 

Após a pandemia, o mundo não será mais o mesmo.

Por conta do isolamento social, a parcela de pessoas que ainda não estava habituada aos serviços digitais precisou aprender a comprar, realizar transações bancárias, consultas médicas e reuniões de trabalho pela internet.

Portanto, mais do que nunca, é hora de estar no digital.

Depois de conhecer as vantagens e conveniência do trabalho, consumo e comunicação on-line, muitas pessoas devem manter esses hábitos além da quarentena.

Repense sua presença on-line

Se os consumidores alteraram hábitos e aderiram aos meios digitais para quase todas as atividades cotidianas, as marcas também precisam se adequar a este novo momento.

Muitas empresas repensaram a comunicação para dialogar com o público de maneira mais empática, franca e humanizada. E essa valorização do essencial, mesmo que a distância, é uma tendência entre os consumidores.

Mas é claro que não é só o seu discurso que deve se adaptar a este novo momento. Seus canais digitais precisam ser funcionais e fáceis de encontrar. Já o atendimento, cada vez mais ágil.

Quer ajuda para adequar seu negócio aos novos tempos? A Ecco tem experiência em planejamento on-line, produção de sites e comunicação para redes sociais.

Vem trocar uma ideia com a gente!

 

A essa altura você já deve ter ouvido falar dos serviços do Google, certo? E em como eles ajudam marcas a venderem mais por meio das buscas, não é mesmo? Pois bem, é aí que entra o SEO, Search Engine Optimization (ou Otimização para Mecanismos de Busca, em português), um trabalho estratégico que deve ser aplicado ao seu site ou blog para aumentar a visibilidade da sua marca nos resultados orgânicos dos buscadores.

Chamamos de resultados orgânicos pois, diferentemente dos links patrocinados, pelos quais você disputa um leilão pelas palavras-chave em que deseja aparecer e paga a cada clique que receber, aqui é o algoritmo que tem poder total: ele rastreia as páginas do seu site, as classifica em um índice gigantesco e aplica centenas de “filtros” para ordenar os resultados que serão exibidos para o usuário.

As ações estratégicas para conquistar um lugar entre os resultados selecionados pelo Google passam por todas as áreas envolvidas na construção do site: TI, Marketing, Conteúdo, Comercial, Assessoria de Imprensa e outras, devendo sempre estarem atreladas ao modelo de negócio e à linha de comunicação da marca (tom de voz, persona, público-alvo).

Os principais aspectos avaliados pelo algoritmo para classificar os sites podem ser divididos em alguns grandes grupos: conteúdo, tecnologia, acessibilidade e autoridade.

O conteúdo é referente às páginas do site e engloba textos, imagens, vídeos, infográficos, produtos, formulários, menus e tudo que é visível para o usuário. A tecnologia refere-se ao modo como o site é construído, quais linguagens foram utilizadas e como permitir que o algoritmo consiga rastrear todas as páginas existentes. Acessibilidade, também conhecida como experiência do usuário, foca em questões heurísticas e na forma em que o conteúdo é apresentado nas páginas. Por último, a autoridade consiste em passar confiança e credibilidade, tendo uma marca que seja referenciada por outros sites e divulgada na imprensa.

O princípio do trabalho de SEO se dá com a pesquisa de palavra-chave, que consiste em estudar o comportamento do usuário e entender quais termos ele utiliza quando está buscando pelo produto ou serviço que você tem a oferecer. Idealmente, cada página do seu site deve abordar um tema específico que englobará um conjunto de palavras-chave similares utilizadas pelo usuário. Se a sua marca comercializa sapatos, por exemplo, seu site pode ter os temas e palavras-chave a seguir:

Sapatos

  • sapatos de salto alto
  • sapatos vermelhos
  • sapatos sem salto

Tênis

  • tênis nike
  • tênis adidas
  • tênis puma

Sandálias

  • sandálias plataforma
  • sandálias anabela
  • sandálias rasteiras

A partir dessas palavras é que você deve construir as páginas do seu site, dentro de uma estrutura que faça sentido e apresente o máximo de produtos ou serviços comercializados, garantindo, assim, a visibilidade da marca quando os usuários estiverem procurando por esses termos no Google.

Por isso, é importante que as estratégias de SEO façam parte desde o início do projeto para que seu site seja bem construído, facilmente navegável e tenha um conteúdo relevante que aumente a sua visibilidade nas buscas orgânicas do Google. E para isso, o profissional de SEO é imprescindível dentro das suas estratégias digitais.

Por Bruno Peccerini