31/07/2019

É crise. E agora?

Estar nas redes sociais é palavra de ordem para as marcas e isso está longe de ser novidade. A exposição alcança um maior número de pessoas, ajuda no conhecimento do negócio e promove uma proximidade com o público-alvo.

Ao olhar só para o lado positivo do mundo digital, encontramos, sim, inúmeras oportunidades. Por outro lado, “botar a cara” no mundo traz mais vulnerabilidade. Se você está disposto a aparecer mais, precisa saber lidar com todos os fatores externos que podem chegar às páginas de sua marca.

Sabe aquele post que você jurava que iria ter um super engajamento? Apenas um comentário negativo sobre a imagem publicada, a estratégia ou o objetivo do post pode transformar uma publicação de sucesso em uma crise para a imagem da marca.

A partir do momento em que é identificada uma possível crise, um fator transformador para o desenrolar é: relacionamento. As pessoas que estão fazendo a crítica, estando ou não com a razão, precisam ser ouvidas, entendidas e respondidas. Por isso:

Conheça seu público. Identifique o perfil de quem iniciou o problema para saber como lidar com ele: seria um cliente pragmático? Ou analítico? O modo como ele se posiciona ajuda a traçar qual a melhor estratégia para os próximos passos. O que leva a outra palavra primordial: agilidade. Ninguém quer esperar nas redes sociais, independentemente do perfil. Um comentário respondido rapidamente vai reforçar a transparência da empresa e o desejo em resolver aquele caso.

Descubra o que gerou a crise. Não identificou de imediato a origem do problema? Investigue com o reclamante por mensagem privada, telefone ou e-mail todo o ocorrido para, assim, acionar os responsáveis e ter respostas assertivas. Foi um erro da empresa? Assuma, faça uma retratação com os envolvidos e, depois, publicamente. Não negue problemas, busque soluções.

Aprenda com a crise. Não possui um manual de gestão de crises? É hora de criar. Esse manual deve conter os procedimentos que podem ser adotados e adaptados para cada etapa da crise, de acordo com a missão, visão e valores da empresa, e auxilia a controlar a situação, sem agir de forma precipitada.

Efeito iô-iô. Certifique-se de que todas as pontas foram amarradas, que os envolvidos tiveram respostas e soluções, e tome cuidado para que nada se solte e volte à tona. Uma crise que vai e volta ganha força e pode ficar incontrolável.

Esses passos podem parecer básicos, mas, na hora da crise, muitas vezes, eles são deixados de lado até mesmo por grandes organizações. Por isso, invista em conhecer com quem sua marca está falando e descubra como seus públicos-alvo precisam ser tratados no meio digital. E, acima de tudo, gere confiança. Seus clientes são o espelho da sua marca para o mundo.

 

No dia 30 de abril, o Instagram anunciou uma mudança que trouxe reações controversas para os usuários da plataforma: o fim das curtidas. Omitida, a métrica ficará visível apenas para os donos dos perfis, sob a premissa de desestimular números de popularidade e vaidade para priorizar o conteúdo.

Essa medida obriga o mercado publicitário a buscar novas métricas para avaliação dos influenciadores que contrata, bem como novas maneiras para mensurar os resultados das próprias campanhas on-line.

Essa mudança no Instagram é apenas mais uma que obriga o mercado a se adaptar, buscando novas formas de trabalho. Ganha quem se adapta mais rápido à nova realidade.

Por isso, muito antes desta mudança ser anunciada, a agência ecco já vem adotando outras formas de medir sucesso de campanhas e escolha de influenciadores. Aqui vão 7 destas atitudes que driblam o possível armagedon das curtidas:

1_ Relatórios de performance: peça que o influenciador contratado forneça “prints” dos resultados obtidos com a contratação do post. É algo relativamente simples de providenciar, mas que só é disponibilizado quando pedido claramente no ato da contratação. No nosso caso, colocamos em contrato, inclusive.

2_ Google Trends: essa ferramenta do Google permite que você descubra a quantidade de buscas feitas por um termo durante um período específico. Para influenciadores de maior expressão, serve como termômetro do interesse do público por aquela pessoa.

3_ Landing page associada à campanha: a página de destino nada mais é que um site simplificado que serve como ponto final de ações de comunicação. Elas ganharão ainda mais relevância no jogo da mensuração dos resultados e são fundamentais para que as estratégias que cito a seguir sejam postas em prática.

4_ Stories: esse formato do Instagram ganha ainda mais importância com as mudanças anunciadas. Além de ser cada dia mais utilizado, a maioria dos influenciadores consegue inserir links de redirecionamento, levando a audiência para um ambiente que permite mensurar cliques e interações.

5_ Google Analytics: a melhor maneira de mensurar a quantidade de pessoas que clicaram nos links da sua campanha e se dirigiram ao seu site.

6_ Links parametrizados: esse formato de link permite que você monitore de maneira mais inteligente o percurso que seu consumidor fez do momento em que clicou no link dado pelo influenciador até o momento que ele cumpre (ou não) o objetivo que você planejou na campanha. Esse link nos permite identificar claramente quem mandou o tráfego ao seu site e se esse consumidor se portou da maneira esperada.

7_ Interações: por fim, você provavelmente já deve ter visto perfis no Facebook com milhares de seguidores e praticamente nenhum tipo de interação, sejam comentários, sejam compartilhamentos e (até mesmo) as curtidas. Algo que sempre nos levanta a dúvida se aquele perfil foi alimentado com a compra de seguidores, prática popular no mercado negro dos influencers. Observar as interações desses perfis é importante para averiguar a autenticidade do poder de influência do perfil e serão ainda mais importantes depois da atualização da plataforma ser colocada em prática.

Essa mudança no Instagram é apenas mais uma que obriga o mercado a se adaptar, buscando novas formas de trabalho. O Instagram tem foco no usuário e não está preocupado se sua empresa usa o termômetro das curtidas para avaliar influenciadores. Para quem está na área há mais tempo, sabe que esta não é a primeira grande mudança e nem será a última. Ganha quem se adapta mais rápido à nova realidade.

 

“Minha agência não está dando retorno”. Essa é a afirmação mais recorrente que recebo de prospects. Uma das últimas vezes que ouvi foi de um gestor de uma empresa de geradores industriais, inconformado por não estar conseguindo gerar vendas através do Facebook.

O ROI, ou Retorno Sobre o Investimento, é uma das métricas usadas para saber quanto a mídia paga deu de retorno para uma empresa. E isso vai muito além de um simples be-a-bá: pra dar certo, um planejamento bem estruturado é crucial. Uma campanha digital é algo que vai muito além das mídias sociais. Estamos falando também de muitas plataformas, aplicativos, influenciadores, mídia programática, inbound, e por aí vai.

Como muitos me perguntam sobre essa questão, resolvi passar essas 8 dicas essenciais para uma melhora no ROI. Mas sempre lembrando que as ferramentas, sozinhas, não fazem milagres. Mesmo tendo todos os algoritmos do mundo trabalhando a nosso favor, por trás de tudo isso, continuamos impactando PESSOAS, indivíduos únicos, que consomem muito mais com a emoção do que com a razão. É preciso ainda (e cada vez mais) entender profundamente cada consumidor.

Então, aqui vão 8 dicas de como melhorar o ROI em campanhas digitais:

1) Nem toda mídia é para todo público e produto: Essa é a primeira coisa que precisamos entender. Uma das formas de melhorar o ROI é observar se aquele canal, de fato, é o mais indicado para o objetivo esperado. Esqueça a modinha, esqueça o que “todo mundo faz” e foque em entender o perfil e hábitos do seu cliente. “Será que alguém que está no Facebook vendo gatinhos fofinhos ou comentando a foto dos amigos está interessado, naquele momento, em comprar um gerador industrial?”

2) Aposte na segmentação: Se você tem um produto ou serviço que atende diversos tipos de público, faça campanhas distintas para cada perfil. Exemplo: seu produto é um empreendimento imobiliário e os possíveis compradores são tanto jovens casais quanto aposentados. Neste caso, pense em 2 campanhas diferentes, pois os argumentos de vendas, interesses, e canais acessados pelo público “jovens casais” são totalmente diferentes do público “aposentados”. Fazer essa distinção certamente aumentará sua taxa de sucesso.

3) Foque no target principalSe seu produto tem diversos perfis de público e sua verba não é suficiente para fazer diversas campanhas, foque naquele com maior incidência ou probabilidade de compra. Isso inclui, também, a região (ou microrregião). Exemplo: você tem um e-commerce que entrega para todo o Brasil, mas, pelo valor do frete, a maioria das vendas acontece na cidade de São Paulo. Neste caso, além de focar a campanha no perfil mais recorrente, foque na cidade também. Desta forma, seu investimento tem maior probabilidade de encontrar pessoas que vão comprar seu produto, evitando dispersão.

4) Teste, teste, teste: Não existe mágica nem fórmula milagrosa (sorry!). Claro que as boas práticas e a experiência de um profissional competente te dão vários atalhos, mas a dinâmica produto x público muda caso a caso. Mesmo que seu público seja exatamente o mesmo que o do seu concorrente, o seu produto não é: a marca é diferente, o preço, a composição etc. Então, não adianta copiar o que ele faz. Teste! Faça anúncios visualmente diferentes, em mídias diferentes, para públicos diferentes e…

5) Analise os dados: A informação é seu maior aliado na busca pelo melhor ROI. Dá trabalho? Dá! Mas você precisa casar todos os dados que puder: analise os acessos ao seu site ou e-commerce, compare com as ocorrências de suas campanhas. Veja quais anúncios geraram mais conversão, quais tiveram maior taxa de clique, qual foi o público que mais interagiu, que cores funcionaram mais. Desta forma, você será mais assertivo em cada nova campanha justamente por seu investimento estar focado no que está funcionando melhor.

6) Considere a relação tempo x dinheiro: se você tem muito dinheiro, pode dar-se ao luxo de fazer a curto prazo todos os testes e investimentos necessários para coletar as informações que precisa e, rapidamente, otimizar suas campanhas. Se não é o seu caso, pense a médio prazo. Você precisa ter um volume de dados suficiente para fazer uma boa análise. Não adianta investir R$ 100,00 em um post e dizer que não funcionou porque não vendeu nada. Não é assim que funciona.

7) Seja relevante: Ei, lembra-se das pessoas? Pois é, são elas que estão por trás de todos aqueles números. Por isso, é fundamental fazer continuamente uma análise qualitativa, principalmente em se tratando de mídias sociais e influenciadores. Leia o que as pessoas estão falando sobre sua marca, seu produto e sua comunicação. Analise se você está despertando a reação esperada nelas, perceba o que elas querem, e use esses insights valiosos para otimizar suas campanhas e seu diálogo com esses consumidores.

8) Pense em caminhos alternativos: Afinal, o que você quer é um bom ROI, independentemente se ele está no digital ou no off-line. Recentemente ouvi um exemplo incrível de um amigo: uma empresa precisava falar com cerca de 100 CEOs e, para isso, usou – pasmem – TE-LE-GRA-MAS! Imaginem telegramas chegando nas mãos das secretárias, que, desesperadas, tiraram-nos das pilhas de contas, malas-diretas, documentos, e os entregaram como prioridade nas mãos de seus chefes.

Quando se coloca métricas palpáveis, direcionamentos estratégicos, ajusta o conteúdo para as plataformas adequadas, se conhece o público e a relação dele com seu produto e marca, o ROI naturalmente melhora. Faça o teste! Coloque estas 8 dicas em prática e veja como o seu retorno pode aumentar.

 

A seleção de influenciadores não é um trabalho simples; demanda tempo, negociações, estudos, estratégias e muito jogo de cintura. E é aí que uma boa agência com forte setor estratégico e expertise em marketing de influência se diferencia. É essencial olhar a marca, o produto, a empresa, e pensar no que seria melhor para o momento dela. O que observar em cada influenciador? O que faz sentido para a campanha ou ação?

Duas palavras regem o mundo dos influenciadores digitais: identificação e credibilidade. Ao contrário de celebridades tradicionais, que traziam uma ideia de persona inalcançável, distante, perfeita, quase endeusada, os atuais influenciadores se mostram humanos, gente como a gente, até mesmo falhos. E é isso que os faz atrair milhões de seguidores: o público se vê naquela pessoa comum que conseguiu ter a voz ouvida. E a escutam.

Essa identificação virou um forte aliado de marcas. Não dá mais para pensar em publicidade sem pensar em marketing de influência: a pergunta não é mais se vão utilizar influenciadores, mas, sim, quais influenciadores chamar. E é aqui que um bom planejamento estratégico faz a diferença.

O catálogo é gigante (e cada dia maior). A compra de seguidores tem ficado mais acessível e comum. Atualizações nas plataformas e algoritmos confundem até mesmo os heavy users. Mas a grande questão que sempre volta na hora das contratações é: vale mais a pena quem tem maior alcance (independente do que fala) ou focar nos que falam com nichos específicos (independente do alcance)?

Quando o influenciador tem um alcance enorme, a base de fãs é consequentemente enorme. Colocar uma marca ali é mostrá-la para o mundo, jogá-la aos quatro ventos e mandá-la para públicos diversos. Lindo para quem quer essa visibilidade, mas o conteúdo acaba ficando em segundo plano. Na grande maioria, os influenciadores mais potentes seguem padrões estéticos mainstream, tendem a deixar de lado assuntos polêmicos e passam um conteúdo diversificado sem se aprofundar muito. É a popularidade pela popularidade.

Já influenciadores que agregam representatividade, que falam com propriedade sobre um assunto específico, naturalmente têm um público mais nichado. É, sim, um público menor, mas mais qualificado. Eles buscam conteúdo, informação e questionamentos; então, ao verem um produto em meio ao discurso, eles acreditam que aquilo fará sentido para a vida deles da mesma forma que fez sentido para a vida do influenciador. Mas, por outro lado, acabam virando fortes inimigos quando a marca não se alinha ao discurso já enraizado do influenciador.

Todos os pormenores devem ser analisados antes de cogitar nomes; devemos instituir parâmetros, métricas, tanto para uma escolha consciente desses braços de comunicação quanto para o que esperar dessa escolha.

 

Um dos nossos trabalhos mais árduos de 2018 foi renovar todos os sites da SERTIC! A boa notícia é que graças ao esforço só estamos contabilizando resultados e feedbacks positivos nesse novo ano 😉

A importadora, que está conosco há seis anos, confiou uma das tarefas mais desafiadoras até então nas mãos da ecco: repensar, recriar e botar no ar o site de suas quatro marcas super queridinhas STABILO, POSCA, uni-ball e CiS.

Todos os projetos foram pensados para modernizar e agilizar a experiência do usuário! Por isso, os sites são responsivos e contam com um design super trabalhado.

Além de trazer também inclusões essenciais na arquitetura e no banco de dados, como atualização da gama de produtos e das lojas revendedoras.

Sensacional, né? Confira já esses bbs lindíssimos:

stabilo.com.br

posca.com.br

uniball.com.br

cisescolar.com.br

 
21/09/2018

STABILO não para!

Em 2013, a STABILO – uma das marcas de canetas mais queridas do mundo – nos procurou para dar um help. Além de instrumentos de escrita, a marca propõe um novo conceito alinhado com um público jovem que quer se diferenciar no estilo.

Com a missão de bombar a marca nas redes sociais, nós começamos tudo do zero. Em 2013 criamos o Facebook e em 2014 o Instagram. Hoje, somos a maior conta da STABILO do mundo e o segundo maior perfil da marca no Facebook. É muita coisa, né? E não para por aí: no Instagram, aumenta em média, cinco mil seguidores por semana. E o mais incrível de tudo: organicamente! Sim, a marca não para de crescer.

 

Tudo isso é resultado direto do nosso trabalho. Aqui na ecco, gestão, planejamento, monitoramento e criação são itens indispensáveis no dia a dia. Com uma equipe altamente especializada, todas as etapas são feitas com muita atenção e eficiência: desde o estudo dos diferentes públicos até o contato direto com o cliente nas mídias sociais.

 

 

 

 

 

Uma nova construtora de Campinas nos procurou porque precisava de uma identidade que refletisse os serviços que iria prestar: assim surgiu a Via Prumo.

Por meio de estudos do pessoal de planejamento e criação, definimos o nome da empresa. A referência à palavra Prumo é um posicionamento para que o cliente veja a empresa como um fio condutor que vai elevar o projeto dele na direção certa.

A partir daí, desenvolvemos o logo e, após isso, todo enxoval de comunicação visual da marca, com cartão de visita, envelopes, papel timbrado e assinatura de e-mail.

 

A OPA Criando Arte surgiu da necessidade do mercado de artesanato por novos modelos de estêncis, até então escassos de temas. Hoje, ela é referência no segmento como a maior fabricante de estêncis do Brasil. Seu principal objetivo é tornar o artesanato mais fácil e acessível para qualquer pessoa.

A ecco assumiu as contas de mídias sociais da empresa para cuidar da geração de conteúdo, monitoramento e impulsionamento das redes da marca: Facebook, Instagram, Youtube e Pinterest.

Além disso, trabalhamos também com a artista parceira da OPA, a Mayumi Takushi, gerenciando a fan page, perfil pessoal, Instagram e Youtube. Em breve, teremos mais 2 projetos importantes envolvendo a marca:

  • Landing page Mayumi Takushi: site para conteúdo próprio da artista e para que os consumidores acompanhem todas as novidades.
  • Hotsite OPAPEL: Página de lançamento do produto OPAPEL, com conteúdo voltado para técnicas com papel de decoupage.

O foco de todas as ações é promover o aumento de vendas, consolidar a marca e abrir novos mercados para os produtos OPA.

 

A Dermiwil é uma empresa 100% brasileira, com mais de 50 anos de mercado e que é pioneira na fabricação de produtos infantis na linha escolar. Atualmente, é também detentora da marca DMW.

Ambas as marcas produzem mochilas, lancheiras, estojos, bolsas, malas e acessórios com os principais personagens do mercado, e são as principais parceiras dessa categoria para empresas como Disney, Cartoon, Redibra, Nickelodeon e Habro.

Para aumentar o alcance e impulsionar as vendas, nós da ecco nos responsabilizamos pela elaboração de posts segmentados de acordo com o público de cada produto deles, atuando no Instagram e no Facebook, e sempre direcionando para o e-commerce da empresa.

 

A BabyGo é uma marca, da empresa Dermiwil, que possui um mix completo de produtos destinados à primeira infância. No fim do ano passado, nós aqui da ecco assumimos a responsabilidade pela divulgação digital deles, reformulando a identidade visual e criando perfis no Facebook e Instagram.

Atualmente, a estratégia de marketing digital consiste na comunicação direta com os pais, promovendo os produtos e disseminando conteúdo informativo (dicas cotidianas, dúvidas, etc.) acerca dos primeiros anos de vida do bebê. Para acompanhar os trabalhos, siga as redes Facebook e Instagram.