Já reparou como o seu comportamento muda quando você se sente parte de algo?
Quando o assunto faz sentido, a linguagem é próxima e a comunicação parece mais uma conversa do que um anúncio… É aí que a mágica acontece: você se envolve, interage e até defende a marca como se fosse sua.
E, vamos ser sinceros: isso não é só uma sensação. É estratégia.
Hoje, mais do que vender, empresas precisam pertencer: à rotina, aos hábitos, ao estilo de vida.
Durante muito tempo, o foco era quantidade: mais mídia, mais impacto. Mas o jogo mudou. As marcas perceberam que, antes de escalar, é preciso se conectar.
E pra isso, não tem nada mais poderoso do que uma comunidade.
1. Por que é tão importante?
Construir uma comunidade é construir relacionamento.
É isso que transforma o público em gente que “veste a camisa”, sabe? Que comenta, compartilha, defende e, principalmente, se reconhece. Você cria um estilo de vida para a marca que se conecta com as pessoas. E isso gera relevância.
Uma comunidade forte é o que garante que a marca continue viva mesmo quando a campanha acaba. É o que mantém o conteúdo circulando, o boca a boca ativo e a confiança em alta.
2. O que as marcas têm feito para se aproximar do público?
Nike Run Club, GymRats, Rhode, Ilustralle… O que todas têm em comum? Elas entenderam que não basta vender um produto. É preciso entregar pertencimento.
Criaram espaços onde as pessoas se sentem vistas, onde podem trocar experiências, aprender e se expressar. E isso nem sempre acontece nos holofotes. Muitas vezes, as melhores conexões estão nos bastidores, nos detalhes.
Aqui na Ecco, a gente vive isso de perto com a CiS.
O público é tão engajado e próximo, a comunidade é tão forte, que não são mais só seguidores… são MiGS, são fãs. A gente se chama assim porque é exatamente isso: uma amizade construída com base em afeto, identificação e muita troca.
A CiS tem investido bastante nisso: desde conteúdos interativos até campanhas e ações que falam diretamente com as pessoas, como se elas fossem amigas há muito tempo.
O uso do humor, da leveza e da autenticidade faz com que os seguidores se sintam compreendidos e, claro, representados.
3. Então, como construir essa conexão?
Criar uma comunidade é cultivar um vínculo real.
Isso pode (e deve) acontecer em vários pontos. Aqui vão algumas dicas para começar:
- Entenda quem te acompanha: quais são as necessidades, valores e aspirações do seu consumidor? Para criar conexão, tudo isso deve estar no centro do planejamento estratégico da marca;
- Seja presente nos canais digitais: responda, compartilhe, convide para a conversa. Uma comunidade é feita de trocas;
- Ouça as pessoas: pergunte o que seu público quer, do que ele gosta, o que espera de você;
- Traga o público para perto: programas de creators, experiências exclusivas, grupos, campanhas, mimos… tudo isso ajuda a fortalecer mais os laços;
- Seja autêntico: quanto mais verdadeira for a comunicação, mais fácil será criar identificação. É assim que você se destaca dos concorrentes;
- Invista no offline também: já sabe que isso voltou à moda, né? Encontros, ativações, ações externas… tudo que tira a marca da tela e coloca na vida real faz a diferença. É a tal da “conexão com o dia a dia”.
Em um mundo de infinitas opções, as pessoas querem mais do que produtos. Elas querem conexão, propósito, identidade. Querem marcas reais, que escutem, que conversem, que existam além da publicidade escancarada. É ser para pertencer.
Empresas que entenderem isso (antes de qualquer algoritmo) vão sair na frente.
Pertencimento não se impulsiona… Se constrói.
* Artigo escrito por Giovana Zane
