Há alguns dias, em um grande e celebrado evento em São Paulo com executivos de marketing de grandes empresas, ouvi essa frase — e ela ficou reverberando na minha cabeça desde então.

“Marca reduz o custo de performance.”

Na hora eu pensei: “ok, isso é o que quem trabalha na área sabe. Mas, ao mesmo tempo, uma dessas frases que todo mundo concorda e ninguém aplica”. Então, comecei a ir um pouco mais fundo, porque isso explica muita coisa que vemos no dia a dia, nos nossos contatos com clientes. Divido aqui alguns dos pensamentos que venho discutindo, desde então, com pares e amigos da área.

Conheço empresas que estão rodando campanhas de performance de maneira muito avançada: têm dados, ferramentas que ajudam muito, equipes azeitadas e eficientes; no entanto, estão pagando cada vez mais caro pra gerar resultado. Os custos de cliques e leads sobem e, para piorar, a taxa de conversão começa a cair.

Nesses casos, a “solução” (ou seria “reação”?) costuma ser um combo previsível: mais mídia, mais testes, mais ajustes… e mais pressão sobre o time de performance.

A questão é que todas essas tentativas de reverter os números miram em eficiência — mas quase nunca passa pela cabeça dos profissionais que o que precisa ser trabalhado é a imagem da marca. Ou seja, está se tentando resolver eficiência… sem trabalhar a percepção daquele produto ou serviço que queremos promover.

Vamos fazer um exercício rápido: imagine que você bata o olho em um anúncio de uma marca que nunca viu na vida. O que você faz? As chances são grandes de passar batido e continuar navegando ou, no máximo, olhar com certa desconfiança.

Agora pense que aparece uma marca que você já viu antes (e nem precisa conhecer muito). Só de não ser estranha, já muda bastante coisa: você entende mais rápido, confia um pouco mais e precisa de menos esforço para clicar no anúncio.

E é aqui que está o pulo do gato.

É muito comum tratar marca como uma camada estética. Algo como: “quando sobrar dinheiro e não tivermos que responder por aumento nas vendas, a gente trabalha melhor nisso”.

A verdade, sinto dizer, é o oposto. Trabalhar marca deve vir antes de tudo: antes do clique, da conversão, antes até de buscar atenção do consumidor. Afinal, quando a marca não existe na cabeça das pessoas, toda campanha começa do zero.

Em outras palavras, a cada nova campanha é preciso explicar, convencer, provar ao consumidor que o seu produto — e não o do vizinho — vale a pena. Basta comparar com qualquer situação da vida cotidiana: convencer alguém do zero, sempre, é muito mais custoso e complicado.

Agora, quando existe algum nível de reconhecimento, mesmo que básico, a atitude das pessoas muda. A pessoa impactada não chega “fria”, mas pelo menos “morna” e, com isso, metade do trabalho já está resolvida.

O problema é que, como essa “temperatura” não é facilmente medida (ou compreendida), assim que os custos da campanha sobem, os profissionais correm para olhar mídia, segmentação, peça criativa e a chamada de ação (o tal CTA, ou call to action)

Dificilmente alguém para e reflete sobre o fato de que talvez ninguém se importe tanto com a sua marca — ainda.

Isso é um problema de eficiência da estratégia como um todo.

Não se trata de um problema “de branding que precisa ser mais bonito”, como se diz muitas vezes, mas de investir em um estudo profundo do mercado, dos públicos da marca (quem são exatamente, o que querem, o que não querem) e de como a marca constrói seu discurso a partir dessas premissas.

Afinal, para alguém — ou uma marca — ser lembrado positivamente, é preciso que exista alguma simpatia. E essa relação começa com um bom trabalho de posicionamento. Um trabalho que, à primeira vista, pode parecer complexo, mas que facilita muito a vida no médio e longo prazo. Se o trabalho de performance busca atenção, é o trabalho de marca que transforma essa atenção em ação.

No fim, é menos esforço e menos custo nesse momento da comunicação. Sem marca construída, tudo fica mais caro. Simples assim.

E talvez seja por isso que tantas empresas estejam rodando campanhas cada vez mais complexas, mas performando cada vez pior.

Quer refletir sobre a sua estratégia de mídia e performance? Fala com a gente!


* Artigo escrito por Marcelo Manha, diretor executivo da Agência Ecco

 

Tenho a impressão de que nunca se falou tanto sobre marca e branding como nos últimos tempos. Construir marca virou um consenso. Já quando se trata de sustentar uma marca… aí surgem as contradições. 

Bastam dois profissionais de marketing ou publicidade se juntarem pro assunto vir à tona: construir marca. “Vamos fazer uma ação assim, que vai nos ajudar a construir nossa marca… Investir em uma campanha desse jeito vai dar um up na construção da nossa marca” e tal. E é ótimo que essa pauta esteja no radar de quem cuida da comunicação de empresas, produtos e serviços. A questão é: como, afinal, se constrói uma marca? É com um trabalho parrudo de branding? Com inserção no Jornal Nacional, com um perfil bombado em redes sociais? Sim. Ou não. Ou melhor: depende.

Toda ação positiva em torno de uma marca certamente ajuda no seu processo de construção junto ao público. No entanto, uma marca não se molda em momentos isolados, nem apenas em manifestos bem-escritos. Ela se constrói na continuidade das decisões, na forma como uma empresa age mesmo quando não está no centro das atenções. 

É comum tratar marca como algo que acontece em campanhas, lançamentos ou grandes viradas estratégicas. Mas, na prática, ela é muito mais consequência do que se repete, se consolida, do que daquilo que aparece uma vez e some.

Se a marca se manifesta como comportamento, há três dimensões que determinam se ela se sustenta ou se se dissolve ao longo do tempo: coerência, consistência e constância.

Coerência é quando existe alinhamento entre o que a marca diz, o que ela faz e o que as pessoas realmente vivenciam. Não adianta um posicionamento bem-escrito se a experiência contradiz a promessa. Ou, como acontece bastante, busca-se surfar numa trend ou embarcar numa moda passageira visando likes e engajamento em temas ou linguagens que têm pouco a ver com o que a marca se comprometeu a expressar. A incoerência não costuma gerar rejeição imediata, mas corrói a confiança aos poucos. E marca, no fim, é um acordo de confiança.

Consistência é a fina habilidade de manter um eixo claro ao longo do tempo, em vez de repetir fórmulas e modelos. É o que permite que a marca evolua sem se descaracterizar. Evoluir, abraçar novidades pode fazer parte dos objetivos do negócio; o problema é mudar sem critério, reagindo a cada tendência, a cada benchmark, a cada movimento do mercado. Marcas inconsistentes até chamam atenção, mas não constroem reconhecimento nem acumulam valor ao longo do tempo.

Já a constância é o que sustenta tudo isso. É continuar fazendo escolhas alinhadas mesmo quando não há retorno imediato; mesmo quando o resultado não aparece em métricas rápidas. Constância não é intensidade nem excesso de presença; é continuidade, entender que marca é um processo de longo prazo e aceitar que os efeitos mais importantes não são instantâneos.

O ponto é que esses três pilares não funcionam isoladamente. Coerência sem consistência vira um discurso correto que muda o tempo todo. Consistência sem constância vira identidade bem-definida, mas esquecida. Constância sem coerência vira repetição vazia, sem significado.

Marca se constrói quando essas três dimensões caminham juntas. Quando as decisões fazem sentido, se mantêm ao longo do tempo e são sustentadas com paciência e com olhar mirando sempre aonde se quer chegar.

No fim, marca não se trata do que se diz em um post, em uma campanha ou em um manifesto. Marca é o que permanece quando tudo isso passa.


* Artigo escrito por Marcelo Manha, diretor executivo da Agência Ecco

 

O que é Mídia Paga?

A mídia paga digital refere-se a todas as formas de promoção onde você paga para veicular conteúdo em plataformas digitais, visando atingir um público-alvo específico. Exemplos incluem anúncios em redes sociais, banners em sites e links patrocinados. O objetivo pode variar entre aumentar o reconhecimento de marca, expandir o alcance ou gerar tráfego qualificado.

Segundo o relatório Global Digital Ad Spending Update, os investimentos gerais em publicidade caíram 4,9% nos últimos quatro anos. No entanto, a mídia paga digital tem apresentado um crescimento constante, mesmo em meio a esse cenário, e espera-se que os investimentos ultrapassem US$ 550 bilhões em 2025.

 

Vantagens de investir em mídia paga

1. Investimentos flexíveis

A mídia paga oferece a flexibilidade de pagar apenas pelos resultados obtidos. Você pode definir o orçamento conforme o seu objetivo, seja para alcance, conversões ou geração de leads.

 

2. Diversidade de formatos de anúncios

Os anúncios digitais podem ser criados em diversos formatos, como gráficos, vídeos, responsivos, entre outros. Isso proporciona uma experiência mais rica e atrativa para o público.

 

3. Resultados mensuráveis e personalizáveis

Com a mídia paga, você tem acesso a dados detalhados sobre a performance dos seus anúncios e sobre o comportamento da audiência. Isso permite ajustar sua estratégia continuamente e alcançar melhores resultados.

 

3 Tendências de mídia paga para 2025

1. Inteligência artificial na mídia paga

Embora o uso da inteligência artificial já não seja novidade, em 2025 ela ganhará ainda mais relevância. As campanhas de Performance Max no Google Ads, por exemplo, utilizam a automação para otimizar lances e segmentação de maneira mais eficiente, diminuindo a necessidade de ajustes manuais.

 

2. O fim dos cookies e a ascensão dos dados próprios

Em 2025, o Google Chrome eliminará os cookies de terceiros, o que mudará a forma como as campanhas são segmentadas e mensuradas. Para se adaptar a essa mudança, as empresas precisarão investir em dados próprios.

Como se adaptar a essa mudança?

  • Capturar dados próprios por meio de formulários, pesquisas e ações diretas com o cliente.
  • Utilizar plataformas de dados de clientes (CDPs) para segmentar o público com base em comportamento e histórico de interações.
  • Implementar o Customer Match para segmentar anúncios com base em listas de e-mails e números de telefone.

 

3. O básico ainda funciona

Mesmo com a evolução das ferramentas e tendências, práticas fundamentais continuam a ser eficazes:

  • Rastreamento de dados: Monitore o desempenho da campanha em tempo real.
  • Negativação de palavras-chave: Evite gastos com palavras-chave irrelevantes.
  • Atenção à copy e criativos: Um bom anúncio começa com uma copy eficaz e criativos atrativos.
  • Coleta de dados valiosos: Obtenha e-mails, dados demográficos e outros insights sobre seu público.
  • Otimização de Landing Pages: Melhore suas páginas de conversão para gerar mais autoridade e confiança.
  • Diversificação de mídias digitais: Invista em diferentes canais para ampliar seu alcance.

 

Conte com uma agência 360º para impulsionar seus resultados em mídia paga

O mercado digital está em constante evolução, e a mídia paga continua sendo uma das melhores formas de alcançar resultados rápidos e mensuráveis. Para garantir que sua marca tenha sucesso, é essencial contar com uma estratégia integrada que conecte múltiplos canais.

Aqui na Ecco, combinamos inteligência de dados com criatividade para criar campanhas de alto desempenho. Entre em contato com a gente e descubra como podemos ajudar sua marca a alcançar resultados ainda mais extraordinários!

*Artigo escrito por Dayane Silva, analista de mídia da Agência Ecco.

 

Nos últimos anos, muitas pessoas começaram a buscar alternativas on-line para bombar a sua marca e a produção de conteúdo digital teve um aumento significativo. Foi nesse contexto que o termo conteúdo humanizado se tornou popular entre os internautas. Mas, você sabe o que a expressão realmente significa? 

Como o próprio nome já revela, se trata de liderar um marketing humanizado, ou seja, com foco em um conteúdo que converse com as pessoas e as coloque no centro da sua estratégia de marca. 

É um conteúdo que entende o universo da buyer persona e propõe estimular e fortalecer o relacionamento entre o cliente e a empresa. Nesse tipo de conteúdo, os produtos e vendas massivas não estão no centro da estratégia, pois o propósito é gerar valor ao público. Afinal, conteúdos que não levam o consumidor em consideração tendem a perder relevância e passar despercebidos. 

Materiais superficiais estão cada vez mais perdendo espaço na internet. As pessoas querem interagir com conteúdos que se conectem com a sua realidade. Ao ter contato com a marca, o público quer sentir que aquilo foi feito para ele e, além disso, feito por alguém que entende as suas dores, sentimentos etc.

 

Na prática

Fazer um conteúdo humanizado requer estratégia e propósito, mas não é nenhum bicho de sete cabeças. Confira cinco dicas que separamos para você se tornar expert nesse tipo de abordagem!

 

Quem é ela?

Além de conhecer a persona da sua marca, é necessário saber quem é a sua buyer persona, ou seja, o cliente ideal para a sua empresa. Entender quais são os seus sentimentos, dores, preocupações e desejos vai te ajudar na construção de um conteúdo que converse com o seu público. 

 

Era uma vez

Invista num storytelling eficiente para a sua marca. A arte de contar histórias é fundamental no marketing, afinal, elas fazem parte da trajetória humana. Contar uma boa história é  muito importante para se conectar com o seu cliente. 

 

Falando à beça

A linguagem usada pela sua marca é essencial no processo de conexão com o cliente. Entendendo quem é o seu público e qual é a história que você vai contar, fica muito mais fácil adotar uma linguagem que converse com esses dois universos. É importante que ela seja adequada e faça sentido para o seu público. Após definir todas as características do tom de voz da sua marca, lembre-se: elas devem aparecer em todo tipo de conteúdo criado, ok?

 

Cara a cara

Engaje o seu público. As redes sociais são sinônimo de relacionamento e consideradas uma das maneiras mais assertivas de se relacionar com o cliente. Por meio delas, é possível compartilhar conteúdos que reforcem os valores da marca e conversem com o público, além de mantê-lo engajado. Por isso, não deixe as interações de lado: elas são um excelente termômetro.

Agora que você já sabe o que é conteúdo humanizado e qual a sua importância, por que não repensar a estratégia da sua marca e impulsioná-la no meio on-line? Temos um time incrível que está pronto para te ajudar nessa missão. Vamos lá?

 

Levar a sua marca para o on-line pode gerar bons resultados. O relacionamento com o público e concorrentes pode ser alavancado com o que você posta na internet. 

Mas, estar nos meios on-line requer atenção: você deve planejar como a sua marca vai se comportar e entender profundamente o que o seu público fala é essencial. Surfar nas ondas dos memes e gírias da moda nem sempre é uma boa ideia. Por isso, é importante que a sua comunicação esteja em sincronia com o nicho e consumidor da sua marca.

É por meio de estudos e análises que as marcas criam “personagens”, que refletem o consumidor ou a própria empresa. Elas são chamadas de personas, e se dividem em Brand e Buyer Persona.

Quer saber o que é e pra que serve cada uma? Vem com a gente:

 

Brand persona

Toda marca precisa de um tom de voz e um jeito específico para expressar seus valores. É traçando essa identidade verbal que se comunicar e se aproximar do seu público se torna uma tarefa muito mais fluida.

Brand persona se refere a qual é a cara da sua marca: se ela fosse uma pessoa, como essa pessoa seria? Como uma pessoa normal, a brand persona também pode se modificar com o tempo. Ele deve englobar tudo o que a sua marca representa, a sua essência e o que a sua marca quer transmitir para o público.

A brand persona ajuda o time de marketing a se comunicar com o público: seja nas redes sociais, no SAC ou via e-mail, a ideia é ter um norte pra isso. É importante que a sua brand persona seja levada em consideração em todos os pontos de contato com o cliente. Isso irá fortalecer o seu posicionamento.

 

Buyer persona

Conhecer profundamente o público-alvo da sua empresa é essencial para montar uma estratégia assertiva. 

Embora sejam parecidos, buyer persona e público-alvo são termos diferentes. De um modo geral, a buyer persona sintetiza o seu cliente ideal. Diferentemente do público-alvo, que se refere às características gerais dos consumidores de uma marca, ela é muito mais detalhada, trazendo as principais dores do cliente. Por sintetizar os principais traços do seu consumidor, ela vai guiar toda a sua estratégia de Marketing Digital.

 

Por onde começar?

Criar as personas é apenas a primeira etapa para que a sua estratégia de Marketing Digital dê certo. E, para isso, você pode contar com o nosso time de especialistas!

 

Nos últimos dois anos, o mundo presenciou muitas mudanças. Foi preciso se reinventar e encontrar novas maneiras de nos relacionarmos com o meio e com o outro. 

Neste contexto de mudanças em ebulição, o marketing ganhou uma nova notoriedade, afinal, com o distanciamento social e as restrições que ultrapassavam as barreiras físicas, usar os meios digitais para divulgação de produtos ou serviços era a maneira mais eficiente de crescer a sua marca. 

De olho no cenário para o próximo ano, separamos quatro tendências que vão movimentar o marketing digital em 2022:

 

1_ Conteúdo em forma de vídeos curtos

A popularização do TikTok e a febre dos vídeos curtos estão transformando a maneira como produzimos e consumimos conteúdos — dentro e fora das redes. Conteúdos neste formato farão parte da estratégia de comunicação de qualquer marca em 2022.

 

2_ Social selling

Sinônimo de relacionamento com o consumidor, as redes sociais estão ganhando mais um propósito: ser um canal de vendas. Se antes as pessoas usavam o Instagram e Facebook para conhecer novas marcas e salvar inspirações, hoje elas enxergam as redes como um canal de compra também.

 

3_ User generated content (conteúdo gerado pelo usuário)

O consumidor quer ver, ouvir e saber a opinião de pessoas reais em relação a serviços e produtos. Por isso, as recomendações de influenciadores digitais (e não personalidades famosas), estão ganhando cada vez mais destaque pelos usuários. O conteúdo gerado por eles é considerado pelos consumidores no momento da compra. 

Com isso, a participação de usuários na estratégia de comunicação é uma tendência que ganha força no próximo ano.

 

4_ Eventos híbridos

Mesmo com a volta de encontros presenciais, o on-line ainda estará presente no que diz respeito a shows, palestras etc. As marcas investirão cada vez mais na tecnologia por trás de eventos on-line, a fim de aperfeiçoar a experiência do usuário. 

 

Aqui na Ecco, estamos sempre de olho nas principais tendências de comunicação. Pronto para levar a sua marca a outro nível no próximo ano?

 

Hoje, todo mundo que trabalha com marketing sabe que relacionamento é fundamental para o crescimento das marcas e que o melhor caminho até ele é o uso das redes sociais.

Mas a grande pergunta é: por que e como usar o arsenal de recursos que as redes sociais nos oferecem para atingir nossos objetivos?

 

Interaja, interaja e interaja

É tudo sobre relacionamento, certo? Então use e abuse das ferramentas que as plataformas oferecem, como enquetes, caixinhas de perguntas e testes nos stories para criar conexões. Os recursos são excelentes pra interagir com o público e ainda criar um relacionamento duradouro nas redes.

 

Planejamento é tudo

Você sabia que a maioria das redes sociais oferecem uma ferramenta de agendamento de postagens? Isso é ótimo para planejar os posts com calma, seguir o calendário e construir conteúdos que convertem.

 

Solta o play

Vídeos são a onda da vez. Conteúdos no TikTok e Reels, por exemplo, podem impulsionar ainda mais o engajamento nas redes. Afinal, são uma ótima maneira de divulgar um conteúdo de forma rápida, dinâmica e interativa.

 

Comunicação para todos

Estar nas redes sociais é ter em mente que você tem nas mãos a oportunidade de se comunicar com o maior número de pessoas possíveis. Então, por que não fazer um conteúdo acessível à maioria das pessoas?

Quase todas as redes sociais oferecem recursos de legendas automáticas para vídeos e textos alternativos, por exemplo.

 

Então bora explorar essas ferramentas?

No Instagram, usar as ferramentas nativas da plataforma mostra que você está sempre atento às novidades da rede social e, por isso, o algoritmo vai te dar aquela ajuda no alcance do conteúdo.

Além disso, quanto mais pessoas interagem com as postagens, as plataformas entendem que o seu conteúdo é relevante, portanto merece ser distribuído para mais pessoas. É a partir daí que o seu vídeo vai parar no For You do TikTok, por exemplo.

 

*Por Isis Vasques, diretora executiva da Agência Ecco

 

A publicidade, mais do que nunca, está muito presente nas redes sociais. Recentemente o Instagram anunciou que a ferramenta reels vai aceitar anúncios, sendo uma boa oportunidade para as empresas brasileiras, já que encontrar novas maneiras de promover marcas e produtos são sempre bem-vindas, principalmente com os recursos disponibilizados nas redes sociais de forma gratuita.

Segundo pesquisa da Opinion Box, sobre hábitos de Instagram dos brasileiros, o Brasil é o 2º país em número de usuários de Instagram, atrás só dos Estados Unidos. E 82% seguem alguma marca ou empresa. De fato, esse é um bom lugar para atingir mais usuários que vão contribuir para o crescimento da sua marca e com formatos inovadores e criativos.

Comportando vídeos de 3 a 30 segundos diretamente dentro do aplicativo, o reels funciona de uma maneira que naturalmente já o destaca: no aplicativo existe um atalho exclusivo para que o usuário explore os vídeos do reels, permitindo assim que ele chegue a uma base maior de usuários, conquistando pessoas que ainda não conhecem a sua marca.

Com essa nova proposta, existem inúmeras vantagens para as marcas e empresas mergulharem nessa nova ferramenta. Por ser nova na plataforma, os algoritmos do Instagram trabalham para que o reels atinja ainda mais usuários do que os outros formatos (como os posts estáticos), tendo um maior alcance de público.

Sendo um conteúdo curto e criativo, eles acabam gerando automaticamente mais engajamento. As pessoas comentam e compartilham os que acham interessante ou se identificam, tendo grandes chances de se tornar um vídeo viral, que acaba percorrendo grupos e até mesmo aparecendo em outras redes sociais.

Além disso, estamos em uma era em que a conexão sincera e objetiva com o público se torna cada vez mais importante. Por isso, fazer parte das trends do momento com vídeos descontraídos, é essencial para que as marcas falem a linguagem do público e fiquem cada vez mais presentes na memória.

Caso a marca não tenha pessoas para aparecer e gravar os vídeos, podem procurar influenciadores digitais do seu nicho para isso. Eles já têm uma desenvoltura para esse formato e com certeza são uma ótima opção para comunicação com o público final.

Deste modo, se o público for adepto das redes sociais, com certeza ele estará consumindo conteúdos no reels. A novidade é uma grande oportunidade de sair na frente da concorrência. Manter-se atualizado é o segredo para que consiga aproveitá-la a favor da empresa, além de contar com auxílio de uma equipe especializada. Prezar por uma equipe com pessoas mais jovens também é muito vantajoso, já que esse público costuma ser bem atualizado das novidades desse universo tão amplo que é a internet.

 

*Por Carlos Costa, Diretor Executivo da Agência Ecco

 

No início de julho, o head do Instagram, Adam Mosseri, veio a público e anunciou que a rede social não é mais oficialmente uma plataforma apenas de compartilhamento de fotos. Frente ao crescimento do TikTok, as novas mudanças no aplicativo do grupo Facebook vão focar em vídeos, compras, trocas de mensagens e criadores de conteúdo. Mas não é de hoje que o Instagram tenta mudar conforme a concorrência.

Voltemos um pouco no tempo. Quando surgiu, o aplicativo trouxe uma proposta que nenhuma outra plataforma explorava, o engajamento social por meio de publicações de fotos. Nas atualizações seguintes, lançou os vídeos. Em seguida, boomerangs e time-lapses, assim como inclusão de músicas e integração com apps como o Spotify. Tudo isso marcou uma era de liderança em inovação. Com a chegada do Snapchat, Mark Zuckerberg tentou comprá-lo, mas sem sucesso, o que o levou a lançar a funcionalidade de stories. Na sequência, veio a ascensão do TikTok e, também, o nascimento do Reels.

Algumas mudanças anunciadas pelo head são relativas à produção e divulgação de conteúdo em vídeo dentro do aplicativo. Agora, a ferramenta dará prioridade a vídeos que geram entretenimento, e, no feed, poderão aparecer vídeos de pessoas que o usuário ainda não segue. Assim, podemos esperar algumas mudanças na forma de assistir aos vídeos: o Instagram deve preparar uma interface mais amigável para aqueles gravados apenas no celular e para conteúdos em tela cheia. Além disso, a plataforma pretende ajudar os criadores de conteúdo a ganhar dinheiro, já que a aba de vendas está no radar para possíveis investimentos.

Gostando ou não dessa conduta, não dá para ignorar as mudanças indicadas. Mas, com tantas novidades e propostas, fica o desafio para as marcas aproveitarem as novas diretrizes para se manterem relevantes nas redes sociais. Abaixo, algumas dicas podem ajudar a criar uma base de transição.

1) Vídeos: se até hoje a marca ainda não investiu na produção de vídeos, ela está atrasada. A construção de um planejamento de conteúdo deve privilegiar os vídeos.

2) Estética simples: não é um problema que as produções sejam mais “caseiras”, isso torna tudo mais crível e honesto para o usuário. Mas, atenção: caseiro não é sinônimo de descuido, a marca deve focar em muito estudo e treino para alcançar a produção de bons resultados.

3) Respeitar cada plataforma: as redes sociais possuem características e necessidades diferentes que trarão audiência, seja o formato da foto, o tempo do vídeo, edição, entre outros. Um vídeo pensado para Instagram pode não performar bem no TikTok (e vice-versa), assim como não adianta pensar que basta criar um vídeo em uma ferramenta, salvar e replicar em todas as redes. No Instagram, os algoritmos privilegiam a entrega de conteúdo criado com suas ferramentas nativas. Por isso, os conteúdos devem ser produzidos exclusivamente de acordo com cada plataforma.

4) Planejamento: planejar as pautas e editoriais ajuda no trabalho e pode facilitar o acesso do usuário às informações. Uma comunicação clara faz com que o público seja mais fiel. Nesse caso, também é importante a disponibilidade para ações de oportunidade que dialoguem com o público, como abordar um tema que está em alta naquele momento.

5) Conhecer a audiência: é importante saber o que o público gosta de consumir, o que faz com que ele continue acompanhando a marca, e até mesmo o que não está o agradando.

6) Entretenimento é essencial: a tendência exportada pelo TikTok poderá agora determinar o sucesso no Instagram. Vídeos sisudos e com foco mais no produto do que no usuário não terão vez. Claro, se isso não for natural para a personalidade da marca, ela não deve tentar forçar a barra, mas fazer pequenas adaptações — e começar introduzindo novos conteúdos gradualmente.

7) Critérios: para gerar conteúdo de marca que funcione, é preciso verificar se ele é engraçado, útil ou inspirador. Não precisa ter check nos 3 itens, mas se não for nenhuma das opções, será necessário estudar e planejar.

8) Cocriações: às vezes, mais importante que saber fazer, é ter o contato de quem sabe. E não tem problema nenhum nisso. A marca deve pensar de forma estratégica em como gerar conteúdos com criadores que já fazem isso melhor e há mais tempo.

 

Leia também o artigo publicado na Revista AZ Magazine, Administradores.com e Meio & Mensagem.

 

Mais do que nunca, a publicidade está presente nas redes sociais. A novidade da vez é que o Instagram passará a aceitar anúncios na ferramenta Reels, o que torna uma boa oportunidade para as empresas brasileiras promoverem seus produtos e serviços de uma maneira mais descontraída. Pesquisa sobre os hábitos dos brasileiros no Instagram, realizada pela Opinion Box, revela que 82% dos usuários da rede social seguem alguma marca ou empresa.

Segundo Isis Vasques, diretora executiva da Agência Ecco, a novidade é uma grande oportunidade para as companhias saírem na frente da concorrência. “Marcas que possuem um público bastante adepto nas redes sociais precisam ficar de olho, pois certamente eles estão consumindo cada vez mais conteúdos no Reels. De fato, esse é um bom lugar para atingir mais usuários que vão contribuir para o crescimento do seu negócio”, avalia. “Por isso, sempre saliento a importância das empresas estarem antenadas e ter o auxílio de uma equipe especializada. Contar com um time de pessoas mais jovens também é muito vantajoso, já que esse público costuma ser bem atualizado das novidades no universo da internet”, complementa.

Comportando vídeos de 3 a 30 segundos diretamente dentro do aplicativo, o Reels funciona de uma maneira que naturalmente já o destaca. “No aplicativo existe um atalho exclusivo para que o usuário explore esses vídeos, permitindo assim que ele chegue a uma base maior de usuários, além de alcançar pessoas que ainda não conhecem a sua marca”, explica a executiva da Agência Ecco.

Para auxiliar as empresas a explorarem melhor o Reels, Isis Vasques preparou uma lista com dicas e vantagens sobre a sua utilização. Confira:

 

1. Maior alcance

Por ser uma ferramenta nova na plataforma, os algoritmos do Instagram trabalham para que o Reels atinja ainda mais usuários do que os outros formatos, como os posts estáticos.

 

2. Destaca conteúdos relevantes

O Instagram sempre envia para a aba “explorar” conteúdos que o algoritmo entende ser interessante. Portanto, os Reels têm grande potencial de aparecer nessa seção por ser uma ferramenta nova favorecida pelo próprio aplicativo.

 

3. Conexão com o público por meio de trends

Estamos em uma era em que a conexão sincera com o público se tornou cada vez mais importante. É essencial que as marcas falem a linguagem do seu público. Com o Reels, é possível entrar nas trends do momento e criar vídeos de forma mais descontraída.

 

4. Parcerias com influenciadores

O Reels é um queridinho dos influenciadores digitais. Se a marca e/ou empresa não tem uma pessoa para aparecer e gravar os vídeos, é possível procurar influenciadores do seu nicho para realizá-los. Como eles já possuem uma desenvoltura para esse formato, certamente são uma ótima opção para se comunicar com o público final.

 

5. Aumento do engajamento e possibilidade de efeito viral

Por ser um conteúdo curto e criativo, os Reels acabam gerando automaticamente mais engajamento. As pessoas comentam e compartilham os que acham interessante ou se identificam. No caso de um conteúdo contar com alto engajamento, há grandes chances de se tornar um vídeo viral, sendo compartilhado em grupos do WhatsApp e até mesmo aparecendo em outras redes sociais.