E isso pode mudar bastante coisa para quem faz comunicação de marca

Cresci vendo Copas do Mundo numa televisão cercada de adultos comentando escalação, arbitragem e tática. Quase sempre homens. Aquele era o formato: mesa redonda, ex-jogador, narrador, repórter de campo. Um mundo fechado em si mesmo.

De uns vinte anos pra cá isso foi mudando. Renata Fan, Milly Lacombe, Soninha Francine foram entrando na conversa e ampliando o olhar sobre o evento. Certamente estou deixando outras mulheres de fora dessa lista, mas são delas que me lembro. Ainda era futebol, mas com perspectivas que antes não cabiam ali (talvez porque o público tradicional da época não desse muita bola pra uma voz feminina comentando o clube do Bolinha).

Até que na Copa do Catar, em 2022, aconteceu algo diferente: Deborah Secco virou comentarista do “Tá na Copa”, no SporTV. Ela mesma foi logo dizendo que não entendia muito de futebol, que sua função no programa era ser exatamente aquela pessoa que não acompanha o esporte, mas que na Copa vira apaixonada. A presença dela (e de seus looks) gerou críticas, gerou memes, gerou conversa. E talvez tenha sido o primeiro sinal claro de que o evento estava começando a escapar das bordas do comentário esportivo tradicional.

Agora, em 2026, esse movimento tem ido bem mais longe.

Criadores como Diva Depressão, Camila Fremder, Chico Barney e Jenny Prioli, que você normalmente veria comentando com humor ácido temas como comportamento, BBB, fofoca e subcelebridades, migraram para a Copa com o mesmo olhar que teriam para qualquer outro grande espetáculo. Não estão ali para analisar probabilidades matemáticas de classificação, esquemas táticos ou chaves mais competitivas. Estão comentando os looks, as publis, os romances, os memes, os bastidores, a vida pessoal dos jogadores. O Neymar foi convocado e minutos depois apareceu fazendo publi do Mercado Livre, e isso virou pauta imediata nesse circuito.

Para esses criadores, e para o público enorme que os acompanha, a Copa é um reality show com chuteiras.

Faz todo sentido. O que eles dominam não é futebol, é a lógica do entretenimento ao vivo, acontecimentos imprevisíveis que geram conversa contínua. Realities funcionam assim. Premiações funcionam assim. Tretas de internet funcionam assim. A Copa, com seus jogos diários e narrativas em tempo real, é o combustível perfeito para esse formato.

Isso abre um território que ainda tem muito espaço disponível.

A maioria das marcas ainda se comunica na Copa pelo caminho clássico: torcida, verde e amarelo, otimismo, emoção, resultado. Funciona, mas existe um público gigante acompanhando o evento por um viés completamente diferente, pessoas que nunca se interessaram por análise técnica, mas que se interessam profundamente por comportamento, estética, fofoca, narrativa e humor. O público LGBTQIAPN+, que historicamente ficou à margem desse tipo de cobertura, está dentro dessa conversa agora, com o viés que lhe interessa.

Uma marca não precisa entender de futebol para falar de Copa em 2026. Precisa entender de cultura, de comportamento, de como as pessoas estão comentando o evento na internet.

Quem perceber isso antes vai conseguir criar conteúdo que ressoa de verdade com a internet de hoje.

Porque o público não está só atrás de informação sobre o jogo; está atrás de conversa. E os melhores conteúdos sempre foram os que entenderam isso primeiro.


Na Ecco, a gente parte dessa leitura de contexto cultural antes de criar qualquer coisa. Se isso faz sentido para a sua marca, a conversa começa aqui.

 

Já reparou como o seu comportamento muda quando você se sente parte de algo?

Quando o assunto faz sentido, a linguagem é próxima e a comunicação parece mais uma conversa do que um anúncio… É aí que a mágica acontece: você se envolve, interage e até defende a marca como se fosse sua.

E, vamos ser sinceros: isso não é só uma sensação. É estratégia.

Hoje, mais do que vender, empresas precisam pertencer: à rotina, aos hábitos, ao estilo de vida.

Durante muito tempo, o foco era quantidade: mais mídia, mais impacto. Mas o jogo mudou. As marcas perceberam que, antes de escalar, é preciso se conectar.

E pra isso, não tem nada mais poderoso do que uma comunidade.


1. Por que é tão importante? 

Construir uma comunidade é construir relacionamento

É isso que transforma o público em gente que “veste a camisa”, sabe? Que comenta, compartilha, defende e, principalmente, se reconhece. Você cria um estilo de vida para a marca que se conecta com as pessoas. E isso gera relevância.

Uma comunidade forte é o que garante que a marca continue viva mesmo quando a campanha acaba. É o que mantém o conteúdo circulando, o boca a boca ativo e a confiança em alta.


2. O que as marcas têm feito para se aproximar do público?

Nike Run Club, GymRats, Rhode, Ilustralle… O que todas têm em comum? Elas entenderam que não basta vender um produto. É preciso entregar pertencimento.

Criaram espaços onde as pessoas se sentem vistas, onde podem trocar experiências, aprender e se expressar. E isso nem sempre acontece nos holofotes. Muitas vezes, as melhores conexões estão nos bastidores, nos detalhes

Aqui na Ecco, a gente vive isso de perto com a CiS.

O público é tão engajado e próximo, a comunidade é tão forte, que não são mais só seguidores… são MiGS, são fãs. A gente se chama assim porque é exatamente isso: uma amizade construída com base em afeto, identificação e muita troca.

A CiS tem investido bastante nisso: desde conteúdos interativos até campanhas e ações que falam diretamente com as pessoas, como se elas fossem amigas há muito tempo.

O uso do humor, da leveza e da autenticidade faz com que os seguidores se sintam compreendidos e, claro, representados.


3. Então, como construir essa conexão?

Criar uma comunidade é cultivar um vínculo real.

Isso pode (e deve) acontecer em vários pontos. Aqui vão algumas dicas para começar:

  • Entenda quem te acompanha: quais são as necessidades, valores e aspirações do seu consumidor? Para criar conexão, tudo isso deve estar no centro do planejamento estratégico da marca;
  • Seja presente nos canais digitais: responda, compartilhe, convide para a conversa. Uma comunidade é feita de trocas;
  • Ouça as pessoas: pergunte o que seu público quer, do que ele gosta, o que espera de você;
  • Traga o público para perto: programas de creators, experiências exclusivas, grupos, campanhas, mimos… tudo isso ajuda a fortalecer mais os laços;
  • Seja autêntico: quanto mais verdadeira for a comunicação, mais fácil será criar identificação. É assim que você se destaca dos concorrentes;
  • Invista no offline também: já sabe que isso voltou à moda, né? Encontros, ativações, ações externas… tudo que tira a marca da tela e coloca na vida real faz a diferença. É a tal da “conexão com o dia a dia”.

Em um mundo de infinitas opções, as pessoas querem mais do que produtos. Elas querem conexão, propósito, identidade. Querem marcas reais, que escutem, que conversem, que existam além da publicidade escancarada. É ser para pertencer.

Empresas que entenderem isso (antes de qualquer algoritmo) vão sair na frente.
Pertencimento não se impulsiona… Se constrói.


* Artigo escrito por Giovana Zane

 

Há alguns dias, em um grande e celebrado evento em São Paulo com executivos de marketing de grandes empresas, ouvi essa frase — e ela ficou reverberando na minha cabeça desde então.

“Marca reduz o custo de performance.”

Na hora eu pensei: “ok, isso é o que quem trabalha na área sabe. Mas, ao mesmo tempo, uma dessas frases que todo mundo concorda e ninguém aplica”. Então, comecei a ir um pouco mais fundo, porque isso explica muita coisa que vemos no dia a dia, nos nossos contatos com clientes. Divido aqui alguns dos pensamentos que venho discutindo, desde então, com pares e amigos da área.

Conheço empresas que estão rodando campanhas de performance de maneira muito avançada: têm dados, ferramentas que ajudam muito, equipes azeitadas e eficientes; no entanto, estão pagando cada vez mais caro pra gerar resultado. Os custos de cliques e leads sobem e, para piorar, a taxa de conversão começa a cair.

Nesses casos, a “solução” (ou seria “reação”?) costuma ser um combo previsível: mais mídia, mais testes, mais ajustes… e mais pressão sobre o time de performance.

A questão é que todas essas tentativas de reverter os números miram em eficiência — mas quase nunca passa pela cabeça dos profissionais que o que precisa ser trabalhado é a imagem da marca. Ou seja, está se tentando resolver eficiência… sem trabalhar a percepção daquele produto ou serviço que queremos promover.

Vamos fazer um exercício rápido: imagine que você bata o olho em um anúncio de uma marca que nunca viu na vida. O que você faz? As chances são grandes de passar batido e continuar navegando ou, no máximo, olhar com certa desconfiança.

Agora pense que aparece uma marca que você já viu antes (e nem precisa conhecer muito). Só de não ser estranha, já muda bastante coisa: você entende mais rápido, confia um pouco mais e precisa de menos esforço para clicar no anúncio.

E é aqui que está o pulo do gato.

É muito comum tratar marca como uma camada estética. Algo como: “quando sobrar dinheiro e não tivermos que responder por aumento nas vendas, a gente trabalha melhor nisso”.

A verdade, sinto dizer, é o oposto. Trabalhar marca deve vir antes de tudo: antes do clique, da conversão, antes até de buscar atenção do consumidor. Afinal, quando a marca não existe na cabeça das pessoas, toda campanha começa do zero.

Em outras palavras, a cada nova campanha é preciso explicar, convencer, provar ao consumidor que o seu produto — e não o do vizinho — vale a pena. Basta comparar com qualquer situação da vida cotidiana: convencer alguém do zero, sempre, é muito mais custoso e complicado.

Agora, quando existe algum nível de reconhecimento, mesmo que básico, a atitude das pessoas muda. A pessoa impactada não chega “fria”, mas pelo menos “morna” e, com isso, metade do trabalho já está resolvida.

O problema é que, como essa “temperatura” não é facilmente medida (ou compreendida), assim que os custos da campanha sobem, os profissionais correm para olhar mídia, segmentação, peça criativa e a chamada de ação (o tal CTA, ou call to action)

Dificilmente alguém para e reflete sobre o fato de que talvez ninguém se importe tanto com a sua marca — ainda.

Isso é um problema de eficiência da estratégia como um todo.

Não se trata de um problema “de branding que precisa ser mais bonito”, como se diz muitas vezes, mas de investir em um estudo profundo do mercado, dos públicos da marca (quem são exatamente, o que querem, o que não querem) e de como a marca constrói seu discurso a partir dessas premissas.

Afinal, para alguém — ou uma marca — ser lembrado positivamente, é preciso que exista alguma simpatia. E essa relação começa com um bom trabalho de posicionamento. Um trabalho que, à primeira vista, pode parecer complexo, mas que facilita muito a vida no médio e longo prazo. Se o trabalho de performance busca atenção, é o trabalho de marca que transforma essa atenção em ação.

No fim, é menos esforço e menos custo nesse momento da comunicação. Sem marca construída, tudo fica mais caro. Simples assim.

E talvez seja por isso que tantas empresas estejam rodando campanhas cada vez mais complexas, mas performando cada vez pior.

Quer refletir sobre a sua estratégia de mídia e performance? Fala com a gente!


* Artigo escrito por Marcelo Manha, diretor executivo da Agência Ecco

 

Tenho a impressão de que nunca se falou tanto sobre marca e branding como nos últimos tempos. Construir marca virou um consenso. Já quando se trata de sustentar uma marca… aí surgem as contradições. 

Bastam dois profissionais de marketing ou publicidade se juntarem pro assunto vir à tona: construir marca. “Vamos fazer uma ação assim, que vai nos ajudar a construir nossa marca… Investir em uma campanha desse jeito vai dar um up na construção da nossa marca” e tal. E é ótimo que essa pauta esteja no radar de quem cuida da comunicação de empresas, produtos e serviços. A questão é: como, afinal, se constrói uma marca? É com um trabalho parrudo de branding? Com inserção no Jornal Nacional, com um perfil bombado em redes sociais? Sim. Ou não. Ou melhor: depende.

Toda ação positiva em torno de uma marca certamente ajuda no seu processo de construção junto ao público. No entanto, uma marca não se molda em momentos isolados, nem apenas em manifestos bem-escritos. Ela se constrói na continuidade das decisões, na forma como uma empresa age mesmo quando não está no centro das atenções. 

É comum tratar marca como algo que acontece em campanhas, lançamentos ou grandes viradas estratégicas. Mas, na prática, ela é muito mais consequência do que se repete, se consolida, do que daquilo que aparece uma vez e some.

Se a marca se manifesta como comportamento, há três dimensões que determinam se ela se sustenta ou se se dissolve ao longo do tempo: coerência, consistência e constância.

Coerência é quando existe alinhamento entre o que a marca diz, o que ela faz e o que as pessoas realmente vivenciam. Não adianta um posicionamento bem-escrito se a experiência contradiz a promessa. Ou, como acontece bastante, busca-se surfar numa trend ou embarcar numa moda passageira visando likes e engajamento em temas ou linguagens que têm pouco a ver com o que a marca se comprometeu a expressar. A incoerência não costuma gerar rejeição imediata, mas corrói a confiança aos poucos. E marca, no fim, é um acordo de confiança.

Consistência é a fina habilidade de manter um eixo claro ao longo do tempo, em vez de repetir fórmulas e modelos. É o que permite que a marca evolua sem se descaracterizar. Evoluir, abraçar novidades pode fazer parte dos objetivos do negócio; o problema é mudar sem critério, reagindo a cada tendência, a cada benchmark, a cada movimento do mercado. Marcas inconsistentes até chamam atenção, mas não constroem reconhecimento nem acumulam valor ao longo do tempo.

Já a constância é o que sustenta tudo isso. É continuar fazendo escolhas alinhadas mesmo quando não há retorno imediato; mesmo quando o resultado não aparece em métricas rápidas. Constância não é intensidade nem excesso de presença; é continuidade, entender que marca é um processo de longo prazo e aceitar que os efeitos mais importantes não são instantâneos.

O ponto é que esses três pilares não funcionam isoladamente. Coerência sem consistência vira um discurso correto que muda o tempo todo. Consistência sem constância vira identidade bem-definida, mas esquecida. Constância sem coerência vira repetição vazia, sem significado.

Marca se constrói quando essas três dimensões caminham juntas. Quando as decisões fazem sentido, se mantêm ao longo do tempo e são sustentadas com paciência e com olhar mirando sempre aonde se quer chegar.

No fim, marca não se trata do que se diz em um post, em uma campanha ou em um manifesto. Marca é o que permanece quando tudo isso passa.


* Artigo escrito por Marcelo Manha, diretor executivo da Agência Ecco

 

O que é Mídia Paga?

A mídia paga digital refere-se a todas as formas de promoção onde você paga para veicular conteúdo em plataformas digitais, visando atingir um público-alvo específico. Exemplos incluem anúncios em redes sociais, banners em sites e links patrocinados. O objetivo pode variar entre aumentar o reconhecimento de marca, expandir o alcance ou gerar tráfego qualificado.

Segundo o relatório Global Digital Ad Spending Update, os investimentos gerais em publicidade caíram 4,9% nos últimos quatro anos. No entanto, a mídia paga digital tem apresentado um crescimento constante, mesmo em meio a esse cenário, e espera-se que os investimentos ultrapassem US$ 550 bilhões em 2025.

 

Vantagens de investir em mídia paga

1. Investimentos flexíveis

A mídia paga oferece a flexibilidade de pagar apenas pelos resultados obtidos. Você pode definir o orçamento conforme o seu objetivo, seja para alcance, conversões ou geração de leads.

 

2. Diversidade de formatos de anúncios

Os anúncios digitais podem ser criados em diversos formatos, como gráficos, vídeos, responsivos, entre outros. Isso proporciona uma experiência mais rica e atrativa para o público.

 

3. Resultados mensuráveis e personalizáveis

Com a mídia paga, você tem acesso a dados detalhados sobre a performance dos seus anúncios e sobre o comportamento da audiência. Isso permite ajustar sua estratégia continuamente e alcançar melhores resultados.

 

3 Tendências de mídia paga para 2025

1. Inteligência artificial na mídia paga

Embora o uso da inteligência artificial já não seja novidade, em 2025 ela ganhará ainda mais relevância. As campanhas de Performance Max no Google Ads, por exemplo, utilizam a automação para otimizar lances e segmentação de maneira mais eficiente, diminuindo a necessidade de ajustes manuais.

 

2. O fim dos cookies e a ascensão dos dados próprios

Em 2025, o Google Chrome eliminará os cookies de terceiros, o que mudará a forma como as campanhas são segmentadas e mensuradas. Para se adaptar a essa mudança, as empresas precisarão investir em dados próprios.

Como se adaptar a essa mudança?

  • Capturar dados próprios por meio de formulários, pesquisas e ações diretas com o cliente.
  • Utilizar plataformas de dados de clientes (CDPs) para segmentar o público com base em comportamento e histórico de interações.
  • Implementar o Customer Match para segmentar anúncios com base em listas de e-mails e números de telefone.

 

3. O básico ainda funciona

Mesmo com a evolução das ferramentas e tendências, práticas fundamentais continuam a ser eficazes:

  • Rastreamento de dados: Monitore o desempenho da campanha em tempo real.
  • Negativação de palavras-chave: Evite gastos com palavras-chave irrelevantes.
  • Atenção à copy e criativos: Um bom anúncio começa com uma copy eficaz e criativos atrativos.
  • Coleta de dados valiosos: Obtenha e-mails, dados demográficos e outros insights sobre seu público.
  • Otimização de Landing Pages: Melhore suas páginas de conversão para gerar mais autoridade e confiança.
  • Diversificação de mídias digitais: Invista em diferentes canais para ampliar seu alcance.

 

Conte com uma agência 360º para impulsionar seus resultados em mídia paga

O mercado digital está em constante evolução, e a mídia paga continua sendo uma das melhores formas de alcançar resultados rápidos e mensuráveis. Para garantir que sua marca tenha sucesso, é essencial contar com uma estratégia integrada que conecte múltiplos canais.

Aqui na Ecco, combinamos inteligência de dados com criatividade para criar campanhas de alto desempenho. Entre em contato com a gente e descubra como podemos ajudar sua marca a alcançar resultados ainda mais extraordinários!

*Artigo escrito por Dayane Silva, analista de mídia da Agência Ecco.

 

Nos últimos anos, muitas pessoas começaram a buscar alternativas on-line para bombar a sua marca e a produção de conteúdo digital teve um aumento significativo. Foi nesse contexto que o termo conteúdo humanizado se tornou popular entre os internautas. Mas, você sabe o que a expressão realmente significa? 

Como o próprio nome já revela, se trata de liderar um marketing humanizado, ou seja, com foco em um conteúdo que converse com as pessoas e as coloque no centro da sua estratégia de marca. 

É um conteúdo que entende o universo da buyer persona e propõe estimular e fortalecer o relacionamento entre o cliente e a empresa. Nesse tipo de conteúdo, os produtos e vendas massivas não estão no centro da estratégia, pois o propósito é gerar valor ao público. Afinal, conteúdos que não levam o consumidor em consideração tendem a perder relevância e passar despercebidos. 

Materiais superficiais estão cada vez mais perdendo espaço na internet. As pessoas querem interagir com conteúdos que se conectem com a sua realidade. Ao ter contato com a marca, o público quer sentir que aquilo foi feito para ele e, além disso, feito por alguém que entende as suas dores, sentimentos etc.

 

Na prática

Fazer um conteúdo humanizado requer estratégia e propósito, mas não é nenhum bicho de sete cabeças. Confira cinco dicas que separamos para você se tornar expert nesse tipo de abordagem!

 

Quem é ela?

Além de conhecer a persona da sua marca, é necessário saber quem é a sua buyer persona, ou seja, o cliente ideal para a sua empresa. Entender quais são os seus sentimentos, dores, preocupações e desejos vai te ajudar na construção de um conteúdo que converse com o seu público. 

 

Era uma vez

Invista num storytelling eficiente para a sua marca. A arte de contar histórias é fundamental no marketing, afinal, elas fazem parte da trajetória humana. Contar uma boa história é  muito importante para se conectar com o seu cliente. 

 

Falando à beça

A linguagem usada pela sua marca é essencial no processo de conexão com o cliente. Entendendo quem é o seu público e qual é a história que você vai contar, fica muito mais fácil adotar uma linguagem que converse com esses dois universos. É importante que ela seja adequada e faça sentido para o seu público. Após definir todas as características do tom de voz da sua marca, lembre-se: elas devem aparecer em todo tipo de conteúdo criado, ok?

 

Cara a cara

Engaje o seu público. As redes sociais são sinônimo de relacionamento e consideradas uma das maneiras mais assertivas de se relacionar com o cliente. Por meio delas, é possível compartilhar conteúdos que reforcem os valores da marca e conversem com o público, além de mantê-lo engajado. Por isso, não deixe as interações de lado: elas são um excelente termômetro.

Agora que você já sabe o que é conteúdo humanizado e qual a sua importância, por que não repensar a estratégia da sua marca e impulsioná-la no meio on-line? Temos um time incrível que está pronto para te ajudar nessa missão. Vamos lá?

 

Levar a sua marca para o on-line pode gerar bons resultados. O relacionamento com o público e concorrentes pode ser alavancado com o que você posta na internet. 

Mas, estar nos meios on-line requer atenção: você deve planejar como a sua marca vai se comportar e entender profundamente o que o seu público fala é essencial. Surfar nas ondas dos memes e gírias da moda nem sempre é uma boa ideia. Por isso, é importante que a sua comunicação esteja em sincronia com o nicho e consumidor da sua marca.

É por meio de estudos e análises que as marcas criam “personagens”, que refletem o consumidor ou a própria empresa. Elas são chamadas de personas, e se dividem em Brand e Buyer Persona.

Quer saber o que é e pra que serve cada uma? Vem com a gente:

 

Brand persona

Toda marca precisa de um tom de voz e um jeito específico para expressar seus valores. É traçando essa identidade verbal que se comunicar e se aproximar do seu público se torna uma tarefa muito mais fluida.

Brand persona se refere a qual é a cara da sua marca: se ela fosse uma pessoa, como essa pessoa seria? Como uma pessoa normal, a brand persona também pode se modificar com o tempo. Ele deve englobar tudo o que a sua marca representa, a sua essência e o que a sua marca quer transmitir para o público.

A brand persona ajuda o time de marketing a se comunicar com o público: seja nas redes sociais, no SAC ou via e-mail, a ideia é ter um norte pra isso. É importante que a sua brand persona seja levada em consideração em todos os pontos de contato com o cliente. Isso irá fortalecer o seu posicionamento.

 

Buyer persona

Conhecer profundamente o público-alvo da sua empresa é essencial para montar uma estratégia assertiva. 

Embora sejam parecidos, buyer persona e público-alvo são termos diferentes. De um modo geral, a buyer persona sintetiza o seu cliente ideal. Diferentemente do público-alvo, que se refere às características gerais dos consumidores de uma marca, ela é muito mais detalhada, trazendo as principais dores do cliente. Por sintetizar os principais traços do seu consumidor, ela vai guiar toda a sua estratégia de Marketing Digital.

 

Por onde começar?

Criar as personas é apenas a primeira etapa para que a sua estratégia de Marketing Digital dê certo. E, para isso, você pode contar com o nosso time de especialistas!

 

Nos últimos dois anos, o mundo presenciou muitas mudanças. Foi preciso se reinventar e encontrar novas maneiras de nos relacionarmos com o meio e com o outro. 

Neste contexto de mudanças em ebulição, o marketing ganhou uma nova notoriedade, afinal, com o distanciamento social e as restrições que ultrapassavam as barreiras físicas, usar os meios digitais para divulgação de produtos ou serviços era a maneira mais eficiente de crescer a sua marca. 

De olho no cenário para o próximo ano, separamos quatro tendências que vão movimentar o marketing digital em 2022:

 

1_ Conteúdo em forma de vídeos curtos

A popularização do TikTok e a febre dos vídeos curtos estão transformando a maneira como produzimos e consumimos conteúdos — dentro e fora das redes. Conteúdos neste formato farão parte da estratégia de comunicação de qualquer marca em 2022.

 

2_ Social selling

Sinônimo de relacionamento com o consumidor, as redes sociais estão ganhando mais um propósito: ser um canal de vendas. Se antes as pessoas usavam o Instagram e Facebook para conhecer novas marcas e salvar inspirações, hoje elas enxergam as redes como um canal de compra também.

 

3_ User generated content (conteúdo gerado pelo usuário)

O consumidor quer ver, ouvir e saber a opinião de pessoas reais em relação a serviços e produtos. Por isso, as recomendações de influenciadores digitais (e não personalidades famosas), estão ganhando cada vez mais destaque pelos usuários. O conteúdo gerado por eles é considerado pelos consumidores no momento da compra. 

Com isso, a participação de usuários na estratégia de comunicação é uma tendência que ganha força no próximo ano.

 

4_ Eventos híbridos

Mesmo com a volta de encontros presenciais, o on-line ainda estará presente no que diz respeito a shows, palestras etc. As marcas investirão cada vez mais na tecnologia por trás de eventos on-line, a fim de aperfeiçoar a experiência do usuário. 

 

Aqui na Ecco, estamos sempre de olho nas principais tendências de comunicação. Pronto para levar a sua marca a outro nível no próximo ano?

 

Hoje, todo mundo que trabalha com marketing sabe que relacionamento é fundamental para o crescimento das marcas e que o melhor caminho até ele é o uso das redes sociais.

Mas a grande pergunta é: por que e como usar o arsenal de recursos que as redes sociais nos oferecem para atingir nossos objetivos?

 

Interaja, interaja e interaja

É tudo sobre relacionamento, certo? Então use e abuse das ferramentas que as plataformas oferecem, como enquetes, caixinhas de perguntas e testes nos stories para criar conexões. Os recursos são excelentes pra interagir com o público e ainda criar um relacionamento duradouro nas redes.

 

Planejamento é tudo

Você sabia que a maioria das redes sociais oferecem uma ferramenta de agendamento de postagens? Isso é ótimo para planejar os posts com calma, seguir o calendário e construir conteúdos que convertem.

 

Solta o play

Vídeos são a onda da vez. Conteúdos no TikTok e Reels, por exemplo, podem impulsionar ainda mais o engajamento nas redes. Afinal, são uma ótima maneira de divulgar um conteúdo de forma rápida, dinâmica e interativa.

 

Comunicação para todos

Estar nas redes sociais é ter em mente que você tem nas mãos a oportunidade de se comunicar com o maior número de pessoas possíveis. Então, por que não fazer um conteúdo acessível à maioria das pessoas?

Quase todas as redes sociais oferecem recursos de legendas automáticas para vídeos e textos alternativos, por exemplo.

 

Então bora explorar essas ferramentas?

No Instagram, usar as ferramentas nativas da plataforma mostra que você está sempre atento às novidades da rede social e, por isso, o algoritmo vai te dar aquela ajuda no alcance do conteúdo.

Além disso, quanto mais pessoas interagem com as postagens, as plataformas entendem que o seu conteúdo é relevante, portanto merece ser distribuído para mais pessoas. É a partir daí que o seu vídeo vai parar no For You do TikTok, por exemplo.

 

*Por Isis Vasques, diretora executiva da Agência Ecco

 

A publicidade, mais do que nunca, está muito presente nas redes sociais. Recentemente o Instagram anunciou que a ferramenta reels vai aceitar anúncios, sendo uma boa oportunidade para as empresas brasileiras, já que encontrar novas maneiras de promover marcas e produtos são sempre bem-vindas, principalmente com os recursos disponibilizados nas redes sociais de forma gratuita.

Segundo pesquisa da Opinion Box, sobre hábitos de Instagram dos brasileiros, o Brasil é o 2º país em número de usuários de Instagram, atrás só dos Estados Unidos. E 82% seguem alguma marca ou empresa. De fato, esse é um bom lugar para atingir mais usuários que vão contribuir para o crescimento da sua marca e com formatos inovadores e criativos.

Comportando vídeos de 3 a 30 segundos diretamente dentro do aplicativo, o reels funciona de uma maneira que naturalmente já o destaca: no aplicativo existe um atalho exclusivo para que o usuário explore os vídeos do reels, permitindo assim que ele chegue a uma base maior de usuários, conquistando pessoas que ainda não conhecem a sua marca.

Com essa nova proposta, existem inúmeras vantagens para as marcas e empresas mergulharem nessa nova ferramenta. Por ser nova na plataforma, os algoritmos do Instagram trabalham para que o reels atinja ainda mais usuários do que os outros formatos (como os posts estáticos), tendo um maior alcance de público.

Sendo um conteúdo curto e criativo, eles acabam gerando automaticamente mais engajamento. As pessoas comentam e compartilham os que acham interessante ou se identificam, tendo grandes chances de se tornar um vídeo viral, que acaba percorrendo grupos e até mesmo aparecendo em outras redes sociais.

Além disso, estamos em uma era em que a conexão sincera e objetiva com o público se torna cada vez mais importante. Por isso, fazer parte das trends do momento com vídeos descontraídos, é essencial para que as marcas falem a linguagem do público e fiquem cada vez mais presentes na memória.

Caso a marca não tenha pessoas para aparecer e gravar os vídeos, podem procurar influenciadores digitais do seu nicho para isso. Eles já têm uma desenvoltura para esse formato e com certeza são uma ótima opção para comunicação com o público final.

Deste modo, se o público for adepto das redes sociais, com certeza ele estará consumindo conteúdos no reels. A novidade é uma grande oportunidade de sair na frente da concorrência. Manter-se atualizado é o segredo para que consiga aproveitá-la a favor da empresa, além de contar com auxílio de uma equipe especializada. Prezar por uma equipe com pessoas mais jovens também é muito vantajoso, já que esse público costuma ser bem atualizado das novidades desse universo tão amplo que é a internet.